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Segunda-feira, Abril 21, 2008
04:08

Quando eu lembro de praia, a primeira imagem que me vem a cabeça é a de Boa Viagem. De ir todos os dias e ficar até as 10:00 da manhã, voltar pra casa e ir pra escola. Mas como uma lembrança puxa a outra, eu lembro dos fins de semana em Itamaracá, Calhetas, Maria Farinha, Natal... eu lembro também dos caldos que eu levei na praia do futuro, em Fortaleza. Podia jurar de pé junto que eu ia ter areia em algum lugar do meu corpo por pelo menos três vidas futuras. E Porto de Galinhas... ah! Eu daria tudo pra ter ido pra lá ontem...




Domingo, Abril 20, 2008
02:58

"there is nothing that I can do for you you can't do for yourself"
"oh yes you can, just hold my hand. I think that would help"
...
"I think I'm cured. No, in fact, I'm sure of it. Thank you Stranger for your therapeutic smile."




Segunda-feira, Abril 14, 2008
03:08


a imagem é auto explicativa =D



Meu avô tem o costume de fazer quadros com uma relação dos nomes e telefones de todas as pessoas da família. São quadrinhos mesmo, com moldura e tudo. Ele os espalha por locais estratégicos na casa: nas mesas dos computadores, dentro do seu armário, numa parede da cozinha. Um dia, eu acordei, fui tomar café da manhã e quando sentei, de frente para a parede da cozinha onde ele tinha pendurado o quadrinho, percebi que o papel A4 sobre o qual ele havia impresso a lista dos telefones já tava lá meio amarelado nas bordas. E do lado do meu nome, o meu número de 4 anos atrás. Preciso nem dizer que em 4 anos eu troquei o meu número umas 4 vezes. Enfim, tudo isso só pra chegar à seguinte conclusão: hoje é mesmo um dia feito para que eu fique em casa. Primeiro porque quando seu aniversário cái num dia de semana, não dá aquela vontade de faltar na escola? Eu sempre fui obrigada a ir =D mas que dá, dá... E também, como se comemora um aniversário numa segunda, as 23:00h (quando a minha aula acaba)? Mas tenho que ficar em casa principalmente para atender a todos os telefonemas de Recife. Parece que ninguém sabe que eu tenho celular. Saber até sabem, mas nem todo mundo vai acertar o número. Hehehe. E, se eu não fico em casa algumas pessoas ficam "sentidas" pq eu não pude atender quando ligaram. O telefone tá sempre lá, fazendo seu papel, mas ainda assim não falo tanto quanto eu gostaria com meus primos, tios, e principalmente com os meus avós. Muitas vezes eu sinto vontade de ligar, mas não sei o que dizer exatamente, e acabo não ligando. Bem estranho, meio triste... Então todo aniversário me preparo para a maratona de ligações e já fico com o telefone do lado, querendo que todo mundo ligue (e eles ligam) e que eu não perca nenhuma chamada. E digo logo, gosto tanto que já vô pegar o telefone sem fio e dormir com ele debaixo do travesseiro.

=]




Domingo, Março 23, 2008
03:47

Se você gosta de folia, shows animadíssimos e muita gente dançando que nem louco, você deveria dar uma chance ao Móveis. Veja os vídeos no YouTube e se você gosta do que eu falei, aposto como ficou com vontade de ir a um show deles. Sei não, mas acho que me arrisco a dizer que Móveis Coloniais de Acajú é o que os Los Hermanos queriam ser (felizes). HAHAHA Odeio essa comparação, mas fazer o que né? Só de pensar que tem gente que gosta de lembrar do móveis assim já me dá uma agonia, mas...
Bom, já foi a um show que de tanto pular você ficou tonto? Eu já. Foi nessa quinta passada. Você conhece Pato Fu? Eu só conhecia umas 4 músicas deles, e como essa festa era um pague 1, leve 2 (pato fu + móveis), se a banda mineira veio primeiro, o melhor veio depois. É claro, era a "mobilia". Eu juro que essa é uma banda que vale a pena conhecer! Sempre me divirto nos shows deles. O último que fui, foi no carnaval, agora, em Recife... Teve Davi, fã de "armario embutido", teve LuLu de Maceió também! Teve Ravel ;] meu fã preferido do mca, que peeeeensem, adora e dança móveis! Teve chuva, um pocket-dilúvio de 3 minutos. Teve a gente no Paço Alfândega reconhecendo os fãs do móveis, tipo aquele menino de cabelo meio bagunçado, óculos, bermuda xadrez verde e camisa marron, nem-tão-nova-assim de Franz Ferdinand. Teve roda, teve o André cantando músicas pernambucanas. Até agora foi o melhor de todos, mas o de ontem não ficou muito atrás não. Teve roda com todo mundo gritando"hey, hey, hey,", e apesar de soar meio "gay" na parte onde canta: "give me a reason to be a woman", teve André cantando Glory Box, do Portishead, como de costume. Teve um milhão de risadas, teve farra até quase as 5 da manhã! Não tem como não dançar, não pular, não gritar, não se identificar, não cantar, não se divertir! `Pra completar teve o fotografo que me deu um susto, pulou na frente da gente com suas bermudas xadrez (típica de gente que curte móveis, percebeu né?), boina e máquina fotográfica em punho e tirou uma foto minha com o Bigas. Eu, pra variar, esqueci de moderar no sorriso pra não sair com os olhos fechados, mas não deu! Nunca dá, quando eu tô muito feliz!
Mas enfim... tudo tudo tudo não teria sido tão ridiculamente bom, sem as pessoas que lá estavam comigo: a Milena, o Guuunter, o Bigas! E ah, Bigas, olha nossa foto:




;D





Sexta-feira, Março 21, 2008
20:57

Escrevi um texto enorme falando do show de ontem. mas eu me desacostumei com esse blogger e esqueci que a sessão expira SEMPRE e você perde o texto todo, se demorar muito escrevendo.

Como hoje é um dia santo, porém as pessoas adoram aproveitar, já que é também um feriado, pra cometer os famigerados pecados-de-feriado, leia-se gula e preguiça, eu não fiz diferente, e a preguiça extendeu-se desde o almoço até agora. É, to com preguiça de escrever agora, então vou postar um vídeo de uma musiquinha beeem dançante, do Planet Funk. Lembram de Chase The Sun, de 2001? Am, am? Tá, se quiser olha aqui e lembra.. também é deles.



ps. arráaaaaaaaaa! a sessão expirou de novo e eu não ia postar mais porra nenhuma! Mas dessa vez eu tinha copiado. =D




Quinta-feira, Março 20, 2008
20:07

Hoje...

é dia de dançar com a mobilia... huhuhuhu ;D







Quarta-feira, Março 19, 2008
16:35

Que saudade que eu tava de jogar adedonha online! Em meados de 2004, esse era meu passatempo favorito na madrugada. A gente se reunia no meu falecido #mundodalua da também falecida rede BrasNet e sempre rolava um joguinho de adedonha! Um jogo de 5 rodadas demorava pra lá de uma hora, tudo por causa das discussões na hora de validar as respostas! Enfim, não dá pra explicar o quão divertido é, só jogando mesmo pra ver...

Depois eu tentei achar o joguinho, mais conhecido como GuStop, pra downloadear, mas foi um pouco chato de achar, não sei o porquê mas tinha praticamente sumido da internet... aí então, ontem fui procurar novamente e vi que alguma alma bondosa colocou no Rapidshare. Eu baixei e coloquei no meu SkyDrive (disco rígido virtual do msn com 5GB) :D só pra facilitar pra mim, na hora de mandar pros amigos.

Então...É claro que depois de algumas rodadas começa a ficar repetitivo, mas isso se você não souber criar umas categorias mais legaizinhas, daí eu resolvi fazer uma lista de categorias que você pode usar, das tradicionais até as mongóis mesmo:

cep - cidade, estado, país

nome - nome próprio

pch- parte do corpo humano (é lógico que respostas como "beiço" e outros nomes não-oficiais valem! hahaha)

banda/cantor(a) e música - essas 2 categorias têm um pequeno problema, muitas bandas tem "The" na frente, tem que discutir antes se isso conta ou não... e espere respostas de todo tipo, prepare o Google para pesquisar respostas suspeitas de seus amigos, né Lopes? =P

ator/atriz - moleza...

fruta - essa é um pouco difícil quando saem letras tipo U, P, W... (obs: não vale colocar nome próprio como resposta)

bebida - as marcas também valem

NQVNDASF - calmaaaaa! nome que você não daria ao seu filho (by me hahahah)

fulano é.. - já sabe o que fazer...

profissão- essa é muito boa! HAHAHAH

eu nunca fui...- autoexplicativohaha

Conforme eu for lembrando ou criando alguma nova categoria eu posto aqui...Aqui é o link pra baixar o GuStop:




Divirtam-se.




Quarta-feira, Julho 25, 2007
01:29

Bons presságios de início de semestre:

- 8:30 e os alunos continuam diante da porta esperando o professor...(a aula deveria começar as 8h)
- Não tem ninguém alí que você conheça (menos mal, preciso me concentrar nessa matéria)
- De repente pessoas começam a conversar (esses ja se conheciam)
- Você ouve comentários beira-de-porta: "Ele explica muito bem o conteúdo!" (animador)
- "Eu so acho que ele tem que ser bem mais exigente nas provas." (ôoooo beleza!)
- Lá vem ele.... (ele se parece com meu pai) abre a porta, entra... sorrindo...cumprimentando a todos...
- Ninguém gosta daquele seu lugarzinho favorito (a primeira cadeira, "cheirando" a mesa do professor ahahaha), não por acaso ele está vago!
- Ele se apresenta, fala sobre a crise dos transportes (tá... e as integrais?) fala sobre o esforço dos alunos em chegar no horário (e as.....) escreve seu email no quadro ... "bora"... por um momento pude jurar que ele ia completar com "t@ucb.br" hehehe... tá... falou sobre as provas....(e.....???)

1º mico do semestre:

- "Essa disciplina do terceiro semestre..." (calma, mas cálculo 2 não é segundo semestre?)
- *Vira pra trás rapidamente* "Er... que disciplina é essa?"
- "ANÁLISE DE INVESTIMENTOS"
- geeeeeeeeeezzzz
- "Você é caloura?"
- "Eu não -_-"
- "Mas fica ai vc vai gostar ^_^"
- "Er......."
- "Enton bamos comezar azim... vozês se apressentan, dicem seus nomes, curso e semestre! óookêi, bamos comezar por voce" (e aponta pra quem?????)
- *PWNED*

- "Ah professor sabe o que é.... eu tô na sala errada, so que não quis sair enquanto o senhor estava falando pq seria falta de educação XD~"
- "Ohhhhhhhh, maz tudo ben, voce ssssabe que muitas pessoas fican na sala errrrrada por ate trés dias e so van descobri depos? Mas óookêi, voce pode ficar se quisser :D"
- "Ah eu ficaria, mas acho que tenho que procurar a minha sala mesmo....obrigada ^^ Tchau (para o menino a quem perguntei qual materia era)"
- "Tchaaaaaau :D" (a sala toda respondendo)






Domingo, Dezembro 31, 2006
12:10



Saborosa - Mombojó

Se traz o amor
E me faz dançar
Esqueço do calor
Na hora do jantar

No universo é tudo em vão
E o bem está comigo enfim então

Saborosa sensação
De te ter mais uma vez

Saborosa sensação
De te ter mais uma vez
Dividir todo recheio
Sem ter medo de viver

Saborosa sensação
Sem ter medo de viver





Sábado, Setembro 23, 2006
13:03

qual foi a música mais triste que você já ouviu?

I wish i never saw the sunshine - Beth Orton

=~




Terça-feira, Setembro 19, 2006
01:02

"Mediocridade, eu sei o quanto sinto saudade"
Eu já não aguento mais, ser bombardeada todos os dias, quando adentro correndo no campus da universidade, por panfletos de rostos photoshopados e números que não decorei. e nem vou decorar! Já faz uns dias eu venho desenvolvendo técnicas para me desviar e não receber os malditos panfletos. Mas outro dia foi engraçado, chegando atrasadíssima na minha aula de algorítmos, passei com sucesso por uma mulher que entregava os papeizinhos. Finjindo que havia caído algo no meu olho, passei por ela olhando pra baixo. Eis que do nada surgiu um homem na minha frente, dizendo: "você escapou dela, mas de mim não!!". Háaa! Toda vez que me lembro dá vontade de rir. Aí não tive escapatória peguei o tal panfleto.
Ainda andando para o laboratório, fiquei pensando, que talvez aquilo fosse mesmo útil...essa fagulha de pensamento se durou 30 segundo foi muito. Me convenci que realmente, decidir-se por um candidato com o auxílio de um papel com uma foto e um número era medíocre demais.
Antes de tirar o meu título de eleitor, eu não admitia a possibilidade de alguém, estando em sua cidade ou tendo a possibilidade de estar presente no dia da eleição, preferir justificar o voto ao invés de votar. Era o cúmulo! Mas hoje eu até entendo como é isso. Antes de ser o brigado a votar, você pode achar o que for dos candidatos, mas quando você se vê obrigado a votar e não tem opção porque acha que é tudo muito nojento, aí você percebe o porquê de tanta gente voltar nulo, em branco ou justificar o voto. Pra se isentar da culpa, depois. É, talvez não seja só por isso, mas prefiro pensar que sim...




Segunda-feira, Julho 24, 2006
13:14

Poxa, o que é a universidade senão um lugar maravilhoso e inspirador? :D
Me surpreendendo a cada dia. XD

"As invenções já há muito alcançaram seu limite - e eu não vislumbro qualquer esperança de futuros desenvolvimentos."
Julius Frontinus, eminente engenheiro romano (Roma, ano 10 DC)





Terça-feira, Julho 11, 2006
21:29

Camisado - Panic! At The Disco

The I.V. and your hospital bed
This was no accident
This was a therapeutic chain of events

This is the scent of dead skin on a linoleum floor
This is the scent of quarantine wings in a hospital
And it's not so pleasant
And it's not so conventional
And it sure as hell ain't normal
But we deal, we deal

The anesthetic never set in and I'm wondering where
The apathy and urgency is that I thought I phoned in
No it's not so pleasant.
And it's not so conventional
And it sure as hell ain't normal
But we deal, we deal

Just sit back, just sit back
Just sit back and relax
Just sit back, just sit back
Just sit back and relapse
Again
Can't take the kid from the fight
take the fight from the kid
Sit back, relax
Sit back, relapse again
Can't take the kid from the fight
take the fight from the kid
Just sit back, just sit back

You're a regular decorated emergency
You're a regular decorated emergency

This is the scent of dead skin on a linoleum floor
This is the scent of quarantine wings in a hospital
And it's not so pleasant. And it's not so conventional
And it sure as hell ain't normal
But we deal, we deal

The anesthetic never set in and I'm wondering where
The apathy and urgency is that I thought I phoned in
No it's not so pleasant.
And it's not so conventional
And it sure as hell ain't normal
But we deal, we deal

Can't take the kid from the fight
take the fight from the kid
Sit back, relax
Sit back, relapse again
Can't take the kid from the fight
take the fight from the kid

Just sit back, just sit back
Sit back, sit back, relax, relapse
Sit back, sit back, bababada
You can take the kid out of the fight

You're a regular decorated emergency
The bruises and contusions will remind me what you did when you wake
You've earned a place atop the ICU's hall of fame
The camera caught you causing a commotion on the gurney again

You're a regular decorated emergency
The bruises and contusions will remind me what you did when you wake
You've earned a place atop the ICU's hall of fame
The camera caught you causing a commotion on the gurney again

Can't take the kid from the fight
take the fight from the kid
Sit back, relax
Sit back, relapse again
Can't take the kid from the fight
take the fight from the kid
Just sit back, just sit back
Sit back, sit back, relax, relapse
Sit back, sit back, bababada
You can take the kid out of the fight

The I.V. and your hospital bed
This was no accident
This was a therapeutic chain of events




Domingo, Julho 02, 2006
18:23

Um dia eu estava no Aeroporto Internacional de Brasília, sentada sem ter com o que me distrair. Levantei-me e fui até a Sodiler para comprar uma revista. Árdua tarefa. Encontrar uma revista nacional que preste está bem difícil e isso não é de hoje. Entrei e olhei. Não levaria a Veja, muito menos a Época. E odeio a Caras. Depois de muito olhar, me decidi pela IstoÉ. Me interessei por um 'especial' sobre a história da Petrobrás, e uma matéria da Times (US) sobre câncer, e somente por isso.

Fui me sentar perto do desembarque. Ao meu lado, sentou-se uma mulher bonita, alta e loura. Uns vinte e oito anos, no máximo. Ela com a sua Caras e eu com a IstoÉ.
Passa um homem. Olha para ela. Olha para mim. Acha estranho. Eu olho para ele, por cima da revista, o vejo lançar à moça um olhar de reprovação e à mim, um sorriso.

Estranho, muito estranho. É bem certo que não gosto da Caras, uma revista que só serve pra desenvolvar a inveja dentro da gente. E eu lá quero saber quem foi passar as férias no Hawaii? E do debute da filha do deputado com a socialite? E das bodas dos famosos-quem-? ? Nào. Mas também não é motivo de orgulho estar lendo uma revista como a Veja por exemplo. Nada mais me irrita como o jeito que essas revistas têm de mascarar ou deturpar as coisas.

Quando eu era pequena, e perguntavam à minha mãse se eu gostava de ler, ela dizia: "sim, ela lê tudo, até a Veja". Meu Deus, que vergonha tenho agora. É uma pena que o povo brasileiro não abra os olhos em relação à mídia manipuladora que nos cerca e pior, acaba contribuíndo para a continuidade da mesma. Tenho plena consciência de já ter formado opiniões baseadas no que ouvi por aí nos telejornais ou li nas revistas. É muito difícil escapar.

Revistas como as de fofoca ou aquelas com visão política nada imparcial é o que mais se vê por aí. O povo faz o gosto. E o gosto do povo é que manda, por que já dizia o ditado: "a voz do povo é a voz de Deus".

A tevê não escapa dessa e é à ela que prestamos mais atenção a respeito dessa manipulação toda. Uma coisa me chamou atenção nesses últimos dias. Alguém sabe quem é Franklin Martins? Sim, o melhor comentarista político na minha opinião. Trabalhou na Globo até mês passado e seu contrato nao foi renovado! Como comentarista, "dividia" as oportunidades de comentar no jornal nacional com o famigerado Arnaldo Jabor. É, o fanfarrão Jabor. Franklin raramente era chamado para comentar no Jornal Nacional, por ser um horário nobre que atrái mais a audiência do 'povo'. Arnaldo, escandaloso e exagerado, conquistador do gosto do povo, embora eu concorde com muitas coisas que ele fala, é mais "famoso". Franklin comentava no Jornal da Globo, aquele que passa de madrugada. Pois é, uma pessoa competentíssima foi desperdiçada. Pior pra globo que o perdeu, tomara que ele vá para um lugar onde o valorizem como merece.

É isso que é a nossa mídia... A imagem e o dinheiro em detrimento da qualidade.




Domingo, Junho 25, 2006
11:55

A vida me ensina: por mais que você ame as pessoas há sempre uma possibilidade de odiá-las.

A vida te ensina: nunca me cobre a verdade se eu sei tudo sobre as suas mentiras.




Quinta-feira, Junho 22, 2006
23:40

Er, então... Passei no vestibular da UCB, pra Ciência da Computação, em 7º lugar (oh!). Segunda, se tudo der certo, devo estar por lá fazendo a matrícula e levando uma facada no buxo com o preço da mensalidade :D


Apesar de não entender muita coisa de futebol não posso deixar de dizer duas coisas... A primeira foi a primeira coisa que me veio à mente depois do primeiro gol do Ronaldo. Imagina alguém com um sotaque bem caipira dizendo: "Goooooooor do Ronaldinhuuuuu". E a outra é que tenho percebido a dificuldade mor dos nossos jogadores. Eles têm que ficar o jogo inteiro brincando de tiro-ao-alvo com a bola e a testa do Ronaldo, pra que esse, no susto faça um gol.

Rafael veio ver o segundo tempo do jogo aqui. Minha garganta tá fodida. Amanhã é o último dia do cursinho.

Foi um dia bom, mas levei alguns sustos, uns bons e um outro ruim...

Bom dia pra vocês.








Quarta-feira, Junho 21, 2006
23:35

Fazia dias eu não me encaixava do jeito certo no meu próprio corpo. Era como se houvesse algo mais e assim, contido e suprimido dentro de mim, não podia mais ficar. Porque certos sentimentos nascem para ganhar o mundo e não para ficarem uma eternidade na iminência de liberdade.
Fazia dias não me viam mais nas salas de aula. Dos meus olhos via-se à distancia, um fervor pelas lições quando eles estavam fixos nos mestres que proferiam seus discursos. E agora não mais. Uma paixão trocada por outra, por assim dizer. Porque nada mais apaixonante que as letras, os livros, o saber do que pessoas. Pessoas certas passam por cima de todos os nossos maiores "quereres" e chegam ao topo das nossas paixões, sem ao menos darem-se conta do posto que alcançaram. As vezes sem nem ter a intenção de.
E as bocas que perguntaram por mim nestes dias souberam que ninguém sabia o porquê da minha ausência. Exceto uma. A única sobre a qual me interessava muito saber sobre tudo, mas que parecia saber mais sobre mim do que eu dela. A pessoa que chegou ao topo dos meus interesses, ao centro dos meus objetivos, que fez com que eu já não coubesse mais em mim de tanta agonia. Agonia de não ter podido dizer antes o quanto ela era importante para mim, que ela me fazia falta.
Fazia dias que eu visitava aquele mesmo lugar sempre sob luz da lua. Ou dos postes de luzes alaranjadas. Porque azul combina com amarelo, branco ou laranja. E as cores de todas as coisas ficam realmente muito bonitas à noite, para mim. E o banco do parque que era cinza e sem graça durante o dia, ganhava um tom meio-púrpura sob o azul profundo e marinho do céu. Agradável demais para se passar a noite, já que as luzes brancas da sala faziam arder meus olhos e ferir meu coração que não mais desejava estar lá durante estas horas.
No primeiro dia sentei-me no banco e fui tomada de pensamentos saudosos e melancólicos. Não que isso fosse ruim. Saudosos por que lembrei dos vários passeios que demos naquele lugar e das coisas que você me disse. Engraçado como havia tanta coisa que eu não entendia, você era tão cheio de mistérios parecia dizer tudo em uma outra língua. Ou talvez fosse só o jeito como você colocava as palavras. Eu adorava essa sua maneira de falar assim trocando sujeito, verbo, complementos de lugar. Ordem indireta, e também querendo me dizer coisas, indiretamente. Já os pensamentos melancólicos eu devo grande parte deles à música que eu estava ouvindo na hora em que me sentei... "So I look in your direction, but you pay me no attention, do you?".
Fui para casa já com o céu clareando. Resolvi fugir daquele lugar antes que toda aquela imensidão de pensamentos me afogasse. Antes também que enxergasse aquele lindo lugar em outras cores que não o azul marinho, o meio-púrpura e o alaranjado que eu adorava.
No segundo dia me convenci que situações como estas nós devemos enfrentar que fugir só prolonga a dor. À noite estava lá. Insistindo que só de estar ali já parecia mais corajosa. Resolvi não reprimir mais meus pensamentos. Na quarta ou quinta noite e eu já aceitava aquela situação toda, o estar ali, o pensar naquilo, como um tratamento. As ausências geraram recados e mais perguntas. Uns conselhos também. Muitas noites se passaram e fui me convencendo de que talvez todos estivessem certos. De que remoer tudo não valia a pena, que fechar-se em si mesmo com dores de amor, (sim, amor) não levaria a nada.
Mais um mês e me convenci que filmes de amor são obras de gente com dor de cotovelo aguda ou gente bêbada demais para contar a realidade. Que o amor, com a mesma mão que mostra a beleza que existe em estar apaixonado, também bate e mostra que nem tudo é perfeito, aliás, que nada é, e do jeito mais amargo possível.
Um dia eu acordei e percebi que não havia mais paz em mim. E ninguém pra me dizer o que fazer para melhorar. Decadência adolescente não merece tanta atenção, segundo muita gente. Já que tinha que fazer tudo sozinha, como sempre, resolvi voltar ao aconchego dos meus volumes de páginas amareladas, aos quais poderia demonstrar meu amor e minha devoção sem ficar esperando nada em troca. Livros não são pessoas; mas na falta de alguém posso amá-los como tal, forcei-me a aprender neste dia.
Tudo parecia ter voltado ao normal. Não sei o motivo que me levou a ficar o tempo todo olhando para a porta nesse dia, mas durante todo o tempo em que estive no colégio me senti atraída e quase forçada a retornar ao parque, a dizer a mim mesma que durante muito tempo, eu seria dependente daquilo. O que eu sentia com relação a você era como se fosse uma droga, que eu buscava a todo tempo, da qual me fazia cada vez mais dependente. Quanto mais olhava as saídas mais meu peito doía.
Na última aula ouviram-se três batidas na porta da sala. E era você, e junto contigo o mais longo e mais gelado arrepio que senti na minha vida. Mas por que o amor apronta dessas com a gente? Você devia ter me dito que viria à minha sala. Talvez eu nem tivesse levantado da cama nesse dia, só para não te ver... Mas e se eu não tivesse ido à escola? Você ia entrar na sala e não ia me ver. Sabe Deus se não ias mudar de idéia e não ias querer mais me procurar no dia seguinte! Poderia ter avisado... Eu me vestiria melhor ou talvez arrumasse o cabelo e não estaria "daquele jeito". Mas sabe, você apareceu de repente e os livros não ligam se eu não usar batom.
Quando saímos do colégio e vi o céu como se fosse a primeira vez naquela noite, ele estava azul intensamente escuro e nunca antes fora tão lindo. E você estava sério, não a ponto de franzir a testa ou algo do tipo, apenas não estava sorrindo. Parecia não pensar em nada e eu daria tudo para saber do que se tratava esse "aparente" nada. Trocamos poucas palavras durante o caminho, sim por que não paramos de andar durante uns eternos sete ou dez minutos.
Só conseguia olhar para você e pensar em alguma coisa pouco ordinária para dizer. E não consegui achar nada. Mas avistei o banco, o meio-púrpura. Já ia me sentar quando você enlaçou-me em seus braços. Que surpresa! Definitivamente não era o que eu esperava de você, dada as circunstâncias. E ficamos ali durante muito tempo abraçados. Falando muito pouco, o mínimo, já que o gesto transmitia tudo o que queríamos que o outro soubesse.
Meia hora depois, ao fim do abraço, ainda não me sentia confortável o suficiente para te dizer nada, nada digno de você. Mas você me disse algo. Não entendo até hoje como conseguiu pensar que a sua vida e o mundo em volta podiam ser tristes e não faziam sentido sem mim. Sentença simples e sem muito valor para quem não pensa no que ouve. Mas havia tanto significado pra mim, e creio que para você também. Uma coisa que eu não merecia ouvir, mas você disse e me fez colorir a vida novamente, a partir daquela noite.
É assim que nascem os beijos mais gostosos e sinceros que a gente recebe e dá (ao mesmo tempo). De um sentimento tão forte que não precisa de discursos nem de cartas nem de presentes nem de nada além dele só. Todos os beijos que você me deu antes desse foram apreciados, sim. Na testa, na bochecha... Mas à medida que fui gostando de você eu quis mais do que aquilo, não queria mais ser amiga. E assim foi o nosso beijo: fruto de uma vontade contida há muito.
Lembro de que só depois disso sentamos no banco. E ele não sai da minha memória. As mãos dadas e a minha cabeça encostada no seu ombro. A muitas risadas bobas que demos. As que só os apaixonados dão. Tudo tão perfeito a ponto de me fazer lembrar todas as vezes que passo naquele parque a noite. Mesmo que o fim também tenha sido ali, no mesmo banco, que se fez cinza e frio à luz do dia.
Eu quero é não me esquecer do quanto nos sentimos felizes no dia e nos dias, meses e ano que se seguiram depois daquele primeiro beijo; não quero esquecer do quanto foi difícil ter você, mas que você me quis desde o começo, assim como eu a você. De como enfrentamos pessoas e palavras piores do que pessoas más. De como era gratificante te ver sorrir depois de qualquer coisa que fazíamos juntos, de jogos, discussões e etc. Da vontade recíproca de proporcionar sempre o melhor ao outro, em todos os sentidos. Definitivamente não quero lembrar do banco cinza à luz do dia. Eu prefiro lembrar das luzes alaranjadas, das nossas promessas de que seria para sempre e da devoção com que dizíamos isso.
Histórias como essa dão um filme, quando a gente recorta as partes que fazem doer demais o coração. A gente tira o fim tristinho, inventa final feliz e mostra pros outros que vão pensar que somos bêbados demais por contar histórias perfeitas assim.




The Postal Service - Iron and Wine

ps. Nossa eu estava inspirada hoje. :D Quem ler isso tudo vai merecer até prêmio. Ah, perdoem os erros. =*





Sim, eu sou compulsiva quando se trata de trocar o template do blog. E confesso o meu desejo de um dia poder ser assim com relação à vida. Ter mais do que coragem de mudar certas coisas, as vezes as idéias não ultrapassam essa barreira e nunca deixam de ser apenas idéias. Fico impressionada com a quantidade de coisas que penso antes de dormir e nessa hora tenho todos os planos feitos para fazê-las ações. Mas no outro dia essas coisas continuam idéias e parecem não ter pernas ou braços. É por vezes triste e decepcionante perceber que nem tudo faz sentido no dia seguinte.

The Postal Service - Against All Odds




Segunda-feira, Junho 19, 2006
17:08

Como era de se esperar de uma viagem de três dias e meio, não me dei por satisfeita. Três dias me renderam incontáveis sorrisos, intensas dores musculares nas pernas e nos pés, algumas fotos e um sentimento de que esqueci algo por lá. E não é da minha mãe que estou falando. É que faltou fazer muita coisa, ver muitas pessoas, ir à alguns lugares. Bem, só férias um mês pra conseguir. Um dia dá! :D




Quarta-feira, Junho 14, 2006
23:13

Er, diário de viagem..

Acordo cedo, olho o mar, fico olhando... vinte minutos, continuo olhando.. café da manhã, tv, varanda.... olho o mar... buscar Camila no estágio, almoço com avós e primos XD a pérola* de Dió. Banho e tudo mais, troco de roupa 5 vezes, recebo o telefonema da faculdade, recebo outros 17 telefonemas, 5 são da minha mãe. Rebeka vem me buscar, festinha. Foi legal. pés dormentes. Caixa de mensagens lotada. Casa. Pc. Sono e satisfação. Ah.... um dia já se foi. Tanta coisa pra fazer! :D

*Pérola: "Não tem o Lineu, aquele do sái de baixo? Que fala nétxi ow nétxi..."



Ninguém pode imaginar a alegria que me dá só de olhar lá do alto aquela imensidão de cristais coloridos piscando sem parar! Respirar esse ar úmido e estragar meu cabelo só de pisar fora do aeroporto, com o sorriso mais largo no rosto. De estar sob este céu que é bem diferente do céu do planalto (sim!). De ser recepcionada por uma lua cheia, uma noite quente e de luzes alaranjadas que eu adoro. De ver as famigeradas paisagens e, agora, uma manhã linda de sol e de temperatura amena pra não me castigar tanto. Pq o frio em Brasília tá demais XD

Meu Deus!! Eu amo demais esse lugar pra passar só 3 dias... :(




Segunda-feira, Junho 12, 2006
14:22



What Color Green Are You?

You Are Apple Green


You are almost super-humanly upbeat. You have a very positive energy that surrounds you.
And while you are happy go lucky, you're also charmingly assertive.
You get what you want, even if you have to persuade those against you to see things your way.
Reflective and thoughtful, you know yourself well - and you know that you want out of life.

 




What Is Your Life Path Number?

Your Life Path Number is 8





Your purpose in life is to help others succeed.
You are both a natural leader and a natural success. You are also a great judge of character.You have a head for business and finance. You know how to make money.
A great visionary, you can see gold where other people see nothing.
In love, you are very generous - with gifts, time, and guidance.
You love to inspire people, but it can be frustrating when they don't understand your vision.
Great success comes easily for you. But so does great failure, as you are very reckless.
You are confident, and sometimes this confidence borders on arrogance.


 






Sexta-feira, Maio 19, 2006
23:21

Por trás de um grande homem sempre há uma grande mulher?


O sorriso nos meus lábios ao presenciar um homem dizendo esta frase sempre foi sincero. Sempre imaginei que em uma sociedade ainda com resquícios de atitudes e pensamentos extremamente machistas que datam de séculos passados, ouvir um homem dizer esta máxima era sim, uma coisa a se apreciar.
Ah, o sorriso, sincero... se manteve presente, até que eu pensei mais um pouco e me deparei com um pequeno, porém significativo, detalhe que passa despercebido. Sim, pois hoje em dia vivemos num estado de dormência do pensar além. Algumas coisas passam e a gente não pensa a respeito, sequer nota, porque não estamos acostumados a prestar atenção nas coisas que nos são ditas. Pois bem, me pus a pensar na tal frase, não demorou e já havia entendido muito do que ela realmente significa ou o que concluí significar para mim.
Um grande homem necessita sim, de uma grande mulher, porém não tão grande quanto ele. No fundo eles desejam, mas nem sempre acontece de um grande homem encontrar uma grande mulher. O que se percebe por aí é que muitos relacionamentos não dão certo quando a mulher se destaca em qualquer que seja a área. Ou que alguns homens preferem companheiras "pequenas", sabe-se lá porque, se é para inflar o ego, se sentirem superiores... Podem ser "n" motivos. Infelizmente.
Também o fato da mulher ser grande não significa que realmente todos irão reconhecê-la por isso. A mulher não tendo escolha e sem a chance de ser reconhecida através de sua própria identidade, ficou "atrás" do homem, que geralmente levou os méritos.
Se você perguntar a um homem hoje, ele vai dizer que o porquê de a mulher estar "por atrás" do homem significa que eles sempre acabam consultando-as para qualquer tarefa que lhes é incumbida ou que ela é o seu apoio para se continuar vivendo, entre outras coisas. Acontece que a benevolência masculina principalmente com relação ás mulheres, volta e meia é dissimulada, é torta ou incompleta.
O que realmente penso é que a mulher está por trás porque não lhe é permitido tomar a frente ainda, generalizando. Temos famílias comandadas e muito bem, por mulheres. Mas ainda assim, para a sociedade de um modo geral, é um custo pensar ou admitir que ao "lado de um grande homem sempre há uma grande mulher" quiçá "por trás de uma grande mulher sempre há um grande homem". Sem pensamentos pervertidos...




Terça-feira, Maio 16, 2006
15:12

Conforme é o pássaro, assim é o ninho?!

Há uma hora atrás eu era uma pessoa totalmente confusa, desorientada, desarranjada, desordenada, bagunçada, tumultuada, complicada, confusa, difícil. Arrumadinha por fora, e por dentro um vulcão de desordem, uma mixórdia de coisas que nem eu sabia que ainda era. Depois de uma hora ouvindo um show na íntegra de Paul Van Dyk (ao vivo em Berlin), eu me tornei uma pessoa diferente. Tornei-me tudo que disse antes, porém ao contrário. Mágica? Não, é que para a alegria da minha mãe eu resolvi arrumar o guarda roupas (pelo menos um deles =x ).







coloquei tanta roupa pra lavar ou passar que chega esvaziou *desespero!!!!




Segunda-feira, Maio 15, 2006
13:32

O piórêz.

" - E aí você foi nakela festa que teve no sábado?
- Pió*!
- Sério! Eu não fui não, não deu. E a festa tava boa?
- Pió...
- Ah eu sabia que não ia ser muito boa..
- Pió...
- E você ficou com a fulana?
- Pió...
- Sério! Caramba! Você conseguiu! Mas ela não fica com ninguém...
- Pió véi...
- Aí que massa!
- Pió...
- Próxima! (parada)

outdoor: *Show no Ginásio Nilson Nelson - Djavan*

- E aí você vai nesse show?
- Pió...
- Sério? Eu vou.
- Pió.. não vou não... Nem sei que é esse DJ AVAN

ps. pió vai ser quando o show do DJ AVAN for patrocinado pelo MC Donáldis..."


[Professor André, de texto]




Terça-feira, Abril 04, 2006
14:06

Em dias corridos com estes têm sido, só tenho tempo de vir cá pedir um favor. Votem em mim para miss Brasil!!!
Afinal vocês não vão querer votar nem na Miss Rondônia, na Miss Piauí, na miss Queen Latifah, ops Maranhão, Rio Grande do Sul, nem na Miss DF, na do Amapá e muuuuuitissimo menos vão querer votar na Miss Pará! Tão esculhambando com o concurso mesmo, ou as mulheres bonitas do Brasil sumiram? =x

ps. este blog fez um ano no dia 1º de abril!! :D~





Quarta-feira, Março 29, 2006
22:19

Coletânea de frases respeitáveis ou no mínimo notáveis, desses dias...


"Ele vai ver só! Eu vou virar uma piranha, uma pi-ra-nha!"


"Veja essa ponte, um lugar comum por onde todos passam e nem notam. Vejam agora a mesma ponte à noite. Ela parece mais bonita. As fotos nunca mostram a realidade."



"Você está em Fortaleza, sentado debaixo de um guarda-sol na praia, tomando guaraná e comendo camarão empanado. De repente, 'UAHR!' você se levanta dizendo: 'Vou ferver água!' e sai correndo."



"- Agora vai ter um susto cabuloso! Vou ficar olhando pra você só pra ver como você vai reagir..

- AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH meu Deuuuuuuuuuuus! Ai, ai! *

- AHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! "*




Domingo, Março 26, 2006
20:59

Templatezinho novo. Apesar da falta de tempo para posts, e da falta de imaginação também. Tô até pensando em, na falta de texto, postar o que eu ando escrevendo nas minhas aulas de redação, que por sinal são tão legais! x) Mas enquanto isso não acontece, eu vou pegar um texto meu (se não tiver tempo de escrever um) e mandar para um concurso que tá tendo no cursinho. Vai que por uma obra do destino eu ganho?! Um computador a mais não faz mal a ninguém, né?

Voltando ao template, deu pra notar que sou eu nas fotos? Arrá! É que faltam poucos dias para o meu aniversárioentão fiz um template sobre mim! E só o fiz porque é uma data histórica! Sim, porque me deu muita pena de tirar o template do Chris do ar! Uma lástima ter que fazer isso, mas... No ano passado nao teve template de aniversário, e nesse tem que ter! E olhe que estava tudo planejado, até mudaria o título do meu fotolog para: "i wish i could be forever seventeen". Mas agora não. Quero mesmo ter meus "dezoitaninhos" XD~

beijos!!





Domingo, Março 12, 2006
01:18

Nunca precisei de bichinhos de pelúcia para dormir. Sou alérgica. Tenho dezessete anos. E eu juro que foram dezessete anos bem dormidos.




Sábado, Março 11, 2006
17:38

Eu acho uma palhaçada a Vitória achar tão ruim o André ter furtado todos os bens de Júlia!
Até parece que ninguém lembra que a aquela ficou com tudo o que era da Maria Clara há uns tempos atrás.
Isso é o que eu chamo de acumular riquezas.


ps. e diga-se de passagem Vitória vêm acumulando homens bonitos também o_O
Márcio Garcia, Fábio Assunção, Henri Castelli, Reynaldo Gianecchini!




Terça-feira, Março 07, 2006
14:01

Assim, eu estava na aula de matemática do cursinho...

- O Mínimo Múltiplo Comum... Aliás tem uma música muito bregona com esse nome, né? Ah! Mas quem gosta de ouvir um brega "massa", procure no google... Escrevam lá: "Ninjas do Arrocho".

E o que me deu, para ao invés de chegar em casa, encher a pança tomar um banho e me dirigir - sem escalas - aos livros, acessar o google e descobrir que na verdade ele quis dizer:
"NINJAS DO ARROCHA"?

O quê, meu Deus?!?!?!?!?!




Quarta-feira, Março 01, 2006
00:11

Bom, agora, depois de ver que a Inês saiu, estou de volta.

Eu não sou vegetariana :D
Tá, não me orgulho disso, mas também.. Nem queria ser mesmo. E isso, oficialmente, não é desdém.
Mas navegando outro dia por aí achei num site vegan uma página que encheu meus olhinhos de consumidora. Eles vendem cintos pelo site! Owm! Tá aqui o link para a página dos cintos. Adorei. Engraçado né, é que tem cinto artificial de vaca, de zebra. o_O Ainda assim isso dá discussão besta e melhor ficar quieta. Mas se alguém tiver a fim de me presentear já tá linkado, então. hehe

Ai que ó-dí-ú!
Eu não sei se alguém ainda não sabe, mas eu sou de Recife-PE. É, é lá onde todo ano o maior bloco de carnaval do mundo sai nas ruas, o Galo da Madrugada.
Como todos os anos eu tenho que me contentar em ver umas "pontinhas" do carnaval da minha terra pela televisão, nesse não foi diferente. Nem precisa muito não, basta uns 5 minutinhos em todos os jornais só pra dar uma checada no que tá acontecendo por lá nessa época, que já é de bom tamanho. Afinal, ficar plantada na frente da tv vendo aquela folia toda e não poder participar é dose.

Desta vez, assistindo à esses "flashes" de carnaval na tv, mais especificamente, na Globo, eu cheguei à seguinte conclusão: se mais de um milhão, um mi-lhãaao de pessoas garante o sucesso do Galo todo ano, isso não se deve nem um pouco à mídia televisiva.

Eu amo a minha cidade. Mas sabe aquelas tradições que só quem é do tal lugar compreende e gosta, ou quase isso? Poisé. Algum de vocês já ouviu falar do Bloco da Saudade? Minino! Cultura pura! Sério mesmo. Um bloco que "vive" de "reviver" os carnavais do início do século XX. Olhaí que programão! Páaaaara tudo! Corra e consulte seu agente de viagens!!!!

Não né? Eu sei que a minha declaração aí em cima não fez e nem vai fazer você desistir do que está fazendo e prontamente agendar uma viagem para Recife ano que vem, no carnaval. Isso que me deixa indignada. Na hora de mostrar cenas do carnaval em Salvador, eles mostram o povo todo animado, pulando (se acotovelando) em volta dos trios! Mostra a Xuxa aparentando ter calibrado ainda mais aquelas coisas. Uma animação só. E na hora de mostrar Recife nem Resina da Glória tem vontade de ver! Que sacanagem!

Ai que raiva, vou dormir.




Terça-feira, Fevereiro 28, 2006
23:04

Tudo blue no Verdetopia ^-^
O Chris resolveu dar as caras por aqui, em uma das minhas fotos favoritas ever! Bonitinha, não é? Fiz o template hoje enquanto via o dvd do Coldpla. Depois de um mês como mesmo layout, um novo! Três palminhas e um viva, consegui!
Todas aquelas coisas minhas e sobre mim estão aí no fim da página. Antes que você fique com preguiça ou diga que demora muito pra chegar lá embaixo pq eu escrevo demais, aperta "end" no seu teclado e tudo tá resolvido. :D
Agora tchau pra vocês pq tenho tomar remédio pra dor de cabeça e ver bbb, em pleno carnaval.
Até.





Quinta-feira, Fevereiro 23, 2006
23:49

Um gênio em uma garrafa perdida por aí.

Num "aí" que fosse, de preferência bem diante de seus pés. Era isso que Perla desejava. Aliás, quem nunca desejou com todas as forças uma coisa dessas? A gente não faz por onde, muitas vezes, mas sempre deseja que coisas fantásticas assim aconteçam conosco. E o pior é que nos permitimos a cara-de-pauzice mor de fingir que não sabemos que não merecemos tal dádiva!
Perla era um belo exemplo. Um belo exemplo de um sorriso nada aprazível estampado eternamente no rosto. Em partes, por querer, por que não era um alguém-em-quem-se-espelhar no quesito bom humor e benevolência. Em partes por necessidade. Darwin dizia que o meio ambiente seleciona os seres mais aptos, e que as características que facilitam a sobrevivência são transmitidas à geração seguinte. Perla seguia com a vida. Segundo Darwin, daí a alguns anos, veríamos os descendentes da nossa protagonista, Perla, com o mesmo sorriso?! Sim, por que como alguém consegue viver nesse mundo, senão "sorrindo e acenando".... E deixando as coisas passarem? Eu não sei. Ela também não sabia. Só sabia que do jeito que estava, não estava bom. A gente sempre reclama sem saber ao certo de que e por quê.

Sabemos que essas coisas que desejamos com todas as forças nunca acontecem. Mas isso por que eu sou um tantinho pessimista, ou realista, como desejarem. Mas por uma graça, um prodígio, uma maravilha, um milagre (!) Perla, que não era a pessoa mais merecedora nem a menos digna, topou com um vaso de vidro, de gargalo estreito, destinado a conter líquidos, a princípio. Uma garrafa. E dentro dela, exatamente isso que vocês estão pensando agora. Não, não era aguardente. Era um gênio, minha gente!

Para a surpresa de Perla, o tal gênio era bem diferente do que ela havia imaginado e pedido com todas as forças para encontrar. Afinal, se o nome de gênio, é gênio, não deveria ser um exemplo do mais elevado grau da potência intelectual que o espírito humano(ou não-humano) pode alcançar? O bichinho falava mal o português. Ela achou por um instante e acabou confirmando depois, que o que havia se materializado ali, diante de seus olhinhos incrédulos, se parecia mais com um agente de tele marketing do que com qualquer outro ser mitológico. E lá veio ele praticando descarada e vergonhosamente o gerundismo em tudo o que dizia. Depois da irritação inicial de praxe, assim como ocorre quando recebemos uma ligação "daquela moça do cartão de crédito", Perla ouviu uma frase que lhe chamou a atenção. Algo com as palavras "apenas", "um" e "desejo".

- Como assim, só um? Uuuum!!? Sóooo!?
- Sim senhora, mas garantimos a total satisfação do cliente, afinal, garantimos que lhe daremos exatamente o que a senhora desejar.
- Mas decidir uma coisa só é muito difíiiicil. Tem uma sugestão pelo menos?
- A senhora pode estar me confidenciando o que vem incomodando a senhora, em sua vida. Então a senhora poderá estar adquirindo um de nossos planos de vida!
- Senhorita.
- A senhorita pode estar me confidenciando o que vem incomodando a senhora, em sua vida. Então a senhorita poderá estar adquirindo um de nossos planos de vida! ¬_¬
- Ah, tá! Legal! Olha só, eu não agüento mais essa vida corrida, esses problemas todos! É acordar de manhã, sair de ainda madrugada para o trabalho, problemas com a chefe, voltar para casa, fazer comida, agüentar os vizinhos barulhentos, sair a noite para estudar, nas quartas ir ao supermercado, várias vezes por mês nas filas de dobrar quarteirão nos bancos. Esse vuco-vuco todo é um porre. Um porre!
- Eu posso estar entendendo a senhorita. Eu vou estar então, sugerindo este plano aqui.

E mostrou um cartão colorido e cheio de palavras em destaque.

- Nóoossa! Abalou. Êeeeee!
- Ok, senhorita. Estarei validando o seu pedido neste exato momento!

Perla acordou, e lençóis da mais pura seda cobriam seu corpo enquanto sua cabeça estava delicadamente recostada sobre um travesseiro extremamente macio. Era o paraíso, só podia ser. Levantou-se e viu que a perfeição se instalara em sua casa! Todas as coisas, todos os móveis, tudo, muito requintado e moderno. E ela não havia comprado tudo aquilo. Tais coisas apareceram lá, de repente, substituindo as que encontravam-se ali antes. O interfone tocou. As compras haviam chegado. Recebeu-as. Guardou tudo e foi para o quarto. Um computador ligado. E-mails. Pedidos de relatórios, reclamações da chefe, spam. O inferfone outra vez tocou. Era o almoço. Recebeu e pagou. Comeu. Era legal. Era como comer fora, só que dentro de casa... Se é que isso fazia sentido. O dia foi passando. E se deu conta de coisas que nem sabia e seguiu cumprindo tudo que tinha que fazer. Por um momento lembrou-se do gênio. Tudo parecia estar dando certo. "Você pode estar tendo satisfação garantida!"

E muitos dias se passaram. E Perla já havia experimentado o tempero de todos os restaurantes de seu bairro e adjacências! E nunca mais tinha visto o gerente de seu banco, que além de ser um gentleman de melhor espécie, era um gato. E nunca mais tinha visto nem a cor das frutas e verduras da feira, ela já não ia mais à feira. E começava a sentir as dores de ficar o dia inteiro trabalhando na frente do seu computador. Um porre. A vida agora sim era um porre! A solução estava ali, teoricamente. Mas se não estava gostando do jeito como estava vivendo agora, então aquilo não devia ser a solução. Tanta reclamação, pra ficar pior.

"Garantimos que lhe daremos exatamente o que a senhora desejar."
Perla só quis fazer jus ao seu nome. E viveu infeliz para sempre, dentro da sua concha.







Terça-feira, Fevereiro 21, 2006
20:08

Fatboy, Consumismo e Lama.



Fui no show de Fatboy Slim, no sábado passado. Dispensa comentários, de tão fodão que foi, mas isso já é um comentário. Como se já não bastassem o ambiente perfeito, a ornamentação perfeita e pessoas bem simpáticas, e o ponto máximo, quanto tocou "Rockafeller Skank", antes do Fatboy tivemos um kra "chamado" Hopper, que me fez arrepiar quando começou a tocar "God Put A Smile Upon Your Face", do Coldplay! Foi tudo de bom que há no mundo, sem esquecer do chantilly por cima! Sentiram a firmeza né? 8D~ Ah sim! E eu vi uma "estrela cadente" pela primeira vez na vida, êee! E agora, já fiz muitos comentários... hehe


A parte que prestava desse post já se foi, aí em cima, essa a seguir é bem futilzinha, sabe?

Essa agora é só pra dizer que estou muito feliz pq comprei..








 




E uma bata preta (mais uma).
Tudo isso eu já tratei de riscar da wishlist. Ah, tinha umas coisinhas que não estavam lá antes, mas eu não comprei por comprar nãaaao, imagina. Eu só tinha esquecido de escrever lá antes. =X


E onde está a lama, você me pergunta. Estava nas minhas roupas e no meu cabelo (!!!) na hora em que cheguei em casa. Poça, carro, janela aberta, eu. Aí, já viu né?



=*





Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006
00:23

Sobre autores, livros, metonímia e Luana Piovani*

Eu precisava falar com pessoas, por que os livros não falam e passei a tarde inteira diante deles. E se falassem, seriam os próprios autores falando. E isso não daria muito certo, por que volta-e-meia eu xingo (é feio, eu sei!) um deles por não conseguir entender o que eles queriam dizer a respeito de alguma coisa. Então fui falar com a Lú, no MSN.

Luciana me disse que quando tinha 15 anos era fã do Paulo Coelho. Talvez essa idade, "15 anos" seja a "idade universal" do primeiro contato com os livros de tal autor, impressionante. Luciana me disse também que talvez não seja uma experiência muito gratificante conversar com um autor. Imagino. Bem, ela citou a frustração diante da voz e do rabinho de cavalo do Paulo Coelho. E disse também que adorava a Vanuza Leão até ver uma foto da dita cuja.

Já pensei duas coisas sobre as fotos dos autores nos livros. Primeira e idiota, que você pode desconsiderar: o por que de ser uma foto de rosto, apenas. Segunda idiota também, mas considere: o por que de colocar uma foto se certos autores não são lá aquelas coisas todas no quesito beleza. Quem vê cara não vê coração, você vai me dizer. Já eu, conheço quem pratique o "quem vê cara, nem sempre vê obra".

Continuando, a Lú disse também que o Veríssimo é quase mudo. Ela, assim como eu e a maioria dos mortais, só vimos essas peças na televisão. Foi o suficiente para tirar uma conclusão a respeito de suas pessoas.

Eu gosto muito mesmo do Veríssimo. Mas isso é metonímia pura. Não conheço todas as obras dele e tampouco o conheço. E nem gostaria de conhecê-lo, sinceramente falando! Eu já o vi pela tv e vou dizer sem titubear, que não acreditei que fosse ele mesmo quem escreve os textos que eu mais gosto de ler.

O sujeito escreve coisas que te fazem ficar na dúvida entre ler todos os livros dele, em sequência ou economizar e ler mais devagar para passar mais tempo lendo. Mas olha, ele é gordinho, baixinho, feinho, estranho, pseudo-mudo e tem uma tara pela Luana Piovani! Vou rezar todos os dias para nunca conversar com ele ou sequer encontrá-lo na rua. Pelo bem do bolso dele! Vai que eu desisto de comprar seus livros?!


*pega bestas =x





Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006
17:05

pelo que eu me lembro...

quando era pequena não brincava muito de barbie. eu ganhava uma, brincava, enjoava e não brincava mais com ela. as coisas pioraram pro lado da barbie quando eu ganhei num aniversário um programinha chamado fine artist dos meus avós. fazer desenhos e histórias no computador passou a ser mais divertido do que montar casinhas e ouvir gritos da minha mãe mandando arrumar a bagunça depois.

mas antes disso, ainda lembro de todo o ritual antes de ganhar uma barbie: via na loja ou na tv e ficava esperando chegar alguma data tipo aniversário, dia das crianças e natal, no caso de uma barbie muito cara, pra poder ganhar. nas brincadeiras nunca dava o meu nome às bonecas. eu nunca interpretava eu mesma através elas. eu-barbie, barbie-eu. uma situação incompatível na minha cabeça. barbies nunca foram modelo de beleza para mim e eu nunca gostei da susie, que apesar de ser "mais normal", tinha aquele cabeção e aquela cara de quem comeu um pastel e não encontrou o recheio.

quando pequena, eu nunca imaginei que uma mulher pudesse chegar a se parecer o mínimo que fosse, com uma barbie. aquele cabelo perfeito e louro-branco, aquela cintura finíssima, aquele quadril estranho, aqueles pés pequenos demais, os olhos multicoloridos, além da maquiagem, e não podia esquecer do detalhe mais estranho de todos: os peitos. haha! ok, seios. lembrando de tudo isso, é estranho olhar hoje para as minhas barbies remanescentes e constatar: a barbie era espécie de previsão do futuro! isso dá até medo, pq pra mim a barbie era quase um et de tão estranha. já vi cada coisa bizarra que as mulheres fazem parar ficar bonitas e até me utilizo, às vezes, de técnicas as quais não vou revelar, para ajudar um pouco no visual. haha! mas pera aí! eu sempre quis ter as roupas, o chalé de praia, a casa, a cozinha, o furgão, o carro e todas as coisas da barbie um dia, de verdade. e sem contar o ken, que era um galinha e tinha mil barbies pra namorar além de parecer uma bichona =x , a última coisa que eu queria ter eram os peitos da barbie!

acceptance - so contagious





Quarta-feira, Fevereiro 01, 2006
13:36






nem fui eu. isso é obra do meu pai...

hehe




Domingo, Janeiro 29, 2006
23:50

entrei na sala, achei meu lugar e sentei. ninguém na minha frente, olhei o quadro branco:



"aceito sim, mas sem pepinos, por favor"





black eyed peas - sexy











Sábado, Janeiro 28, 2006
04:24

decepção.

vejam vocês que acabei de ouvir a ORIGINAL "the passenger", de iggy pop e rick gardner!!!
- que vocês podem ouvir um pedaço aqui: é a última música da lista.

e o que tem de tão espantoso nisso débora, minha filha?

é só que "o passageiro" não é uma obra prima de dinho ouro preto e bozzo barretti (nome toscão), mamãinnnn!!!!
- pra ouvir essa, clica aqui:


É UMA VERSÃO MINHA GENTE!
uma versão de "the passenger". q coisa óbvia ¬_¬ ai deus, uma das minhas músicas favoritas, *ever* é uma VERSÃO. e eu que sempre odiei e disse que isso era coisa pro klb, pra wanessa camargo, zezé de camargo e luciano... mas o meu capital? patacaparéu! eu não sabia. shit! =~

estou me recuperando do susto agora... vou até postar a letra da musica pra lembrar que apesar de o dinho ser um ingrato e quase não fazer mais shows em brasília, a música é... deliciosa (vs acústica) tanto que quase me da vontade de comê-la haha! sem falar no próprio dinho. brincadeirinha (ou não)!
e vou aproveitar pra falar que apesar de todos os shows do capital serem quase sempre a mesma coisa e com os mesmos lenga-lengas e nhê-nhê-nhés pra começar, eu ainda continuo gostando muito disso tudo! e esperando mais de uma hora até que eles resolvam começar a tocar. e o dinho... meu deus ele nem parece ter a idade que tem, ele parece um adolescente. é bom demais e todo mundo fica louco com eles tocando, não importando mais nada. XD

o passageiro capital inicial
composição: dinho outro preto / bozzo barretti

Eu sou o passageiro
Eu rodo sem parar
Eu rodo pelos subúrbios escuros
Eu vejo estrelas saindo no céu
É o claro e o vazio do céu
Mas essa noite tudo soa tão bem

Entre no meu carro
Nós vamos rodar
Seremos passageiros da noite
E veremos a cidade em trapos
E veremos o vazio do céu
Sob os cascos dos subúrbios daqui

Mas essa noite tudo soa tão bem
Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá) lá-lá-lá

Olha o passageiro
Como, como ele roda
Olha o passageiro
Roda sem parar

Ele olha pela janela
E o que ele vê
Ele vê sinais no céu
E ele vê as estrelas que saem
E ele vê a cidade em trapos
E ele vê o caminho do mar

E tudo isso foi feito pra mim e você
Tudo isso foi feito pra mim e você
Simplesmente pertence a mim e você
Então vamos rodar e ver o que é meu

Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá) lá-lá-lá

Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá)
Cantando lá-lá, lá-lá (lá-lá-lá-lá) lá-lá-lá

Eu sou o passageiro
Eu rodo sem parar
Eu sou o passageiro
Eu rodo sem parar
Eu sou o passageiro


/me vai ouvir a versão do dinho, que é MELHOR humpt!

*desdém mode [on]*

e que por acaso ficou melhor ainda no já velho porém indispensável e todo-bom, acústico mtv:

=*





Sexta-feira, Janeiro 27, 2006
02:35

minha filha, não importa que seja mongól, mas contrariando a única frase daquela música (pouquíssimo conhecida, afinal) do Nx Zero que é assim: "algumas coisas não precisam ser ditas para serem entendidas", algumas coisas precisam ser ditas só para que mais pessoas possam sacanear ou se revoltar à respeito. o pq eu não sei, mas parece que essas duas coisas compartilhadas com muitas pessoas se tornam mais interessantes. principalmente se for sobre o big bróder.

primeira coisa entalada:
daniel saullo confirmou ser a personificação do velho (e "malquisto") ditado: "bonitinho porém ordinário". e bota ordinário nisso. eu sei que muitos de vocês não estão acompanhando esse treco ridículo e remoído que é o big bróder. só eu mesma (tá, eu e alguns milhões). mas sabe o que é? é que tenho algumas muitas horas vagas e ociosas à noite e um irmão insuportável no pc, neste infrutífero horário, já que não tem nada que preste na tv.

bem, continuando, quem viu vai saber do que estou falando. não que eu não saiba que tem muito homem assim por aí. é bem triste dizer, mas isso é tão comum...
as estatísticas mostram que a probabilidade de você encontrar um homem "saullo" por aí se iguala à probabilidade de você sair de casa e ver postes nas ruas. estatísticas o caraleo! precisa não, que a gente tá cansada de saber.

homens dão em cima de mulheres bonitas milênios antes de se descobrir o que era testosterona. tá certo que uns preferem as desbundadas e ombrudas (isso existe? hahaha) e outros aquelas que têm os olhos afastados por um palmo de distância. e há os "saullos" que preferem os dois tipos. levando-se em consideração que os homens conseguem seus objetivos facilmente quando a mulher em questão ou é burra, ou é apaixonada (leia-se cega e as vezes burra mesmo) saullo não fugiu à regra.
a apaixonada em questão era a mariana. caiu na besteira de contar ao modelo que já era louquinha de pedra por ele antes de entrar na casa. não tô dizendo? cega! o modelo com o ego chegando em plutão, resolveu não perder a oportunidade e ir atrás da pescadora logo depois de ter tomado uma batida-de-porta na cara. ela caiu. tolinha né? me máta de vergôinha!!!!
a burra é a anta, imbecíl, nojentinha, enjoadinha, retardada, roberta, a dançarina. é, aquela que mia mais do que fala. nojo. nojo. essa burralda mulher, só deu em cima do modelo depois de ver que já havia outra interessada. eu falei mal dos homens no outro post, mas que a verdade seja dita: tem mulher que é p*ta e burra não se dá ao respeito. o modelo pegou essa também.

saullo, tu dançou filho. e eu até tava simpatizando contigo, eu e milhões de brasileiros sem o que fazer. se fosse eu, no bbb, como eu gosto de pessoas com conteúdo (útil), eu não arriscaria nada com você...eu li por aí que a tua revista favorita é playboy. aff.

ai, me sinto melhor! e nem dei muito nas vistas que eu estou torcendo pela mari, isso evita conflitos. hehe

a segunda coisa é só um.... comentariozinho...o último sobre bbb, por hoje, pq esse negócio está me revoltando e eu acabo vendo quase todo dia e eu sei que vou acabar escrevendo sobre isso again. shit.

alguém aí se lembra daquela primeira participante a ser eliminada? impressionante esse negócio de 15 minutos de fama.. eu juro a vocês que eu tive que pesquisar pra lembrar o nome dela. não vem ao caso.
o intrigaaaaaaante é que um amigo meu, muitíssimo surpreso (para a minha surpresa) anunciou-me que a tal juliana (axei o nome, já é o quê.. a 4ª ou 5ª juliana nos bbb's?) já estava no index do paparazzo!
poxa, eu querendo algo novo e ele me vem com isso. é loira, pode até não ter peito nem ter feito uma campanha muito boa no reality show, mas tem bunda, já sái da casa direto pra uma suíte presidencial qualquer pra se sentir "muito à vontade" e consumar a aparição no tal site.
ah, depois da descrição que eu fiz eu lembrei da tati rio, que era uma baranga mór, e descobri que também não precisa ter um rostinho muito bonito e o cabelo bem pintado pra aparecer no paparazzo.

pois então.. a tal ... ... ......... juliana! está lá. eu tive que olhar, pq sabia que ia ter alguma coisa "quêima". mas nem tinha. a não ser que vocês tenham achado no mínimo "pitoresco" ver um ensaio chamado "na intimidade" onde a talzinha aparece sentada no vaso em muitas, eu disse muitas(!) fotos. pq eu achei. e sim, ela está sorrindo em todas essas fotos, mesmo que vocês não tenham me perguntado.

ókei, foi isso por hoje.


ps. conclusão obivía: juliana depois que passou a tomar activia, sorri sempre, até na intimidade.
que beleeeeeza! =D




Segunda-feira, Janeiro 23, 2006
04:43

homem quando não ajuda, faz um estrago, né?

um fim de semana diferente de todos os último mês. um casal veio almoçar aqui em casa.
ela, é filha de uns amigos dos meus pais. minha mãe disse que a gente já viajou junto pra nata-rn, sim, isso eu lembrava, só não lembrava dela direito.
conversas, o de sempre: trabalho, em sua maior parte. bebidas, massa, molho. uma taça de vinho suicida. o de sempre.

depois que eles foram embora, pq o namorado dela ia trabalhar no domingo (!) voltei à desempenhar a minha função, a de "fazedora-de-nada-no-pc". estou desperdiçando muito tempo no pc nessas férias. meu pulso tem um calinho por cauda do uso, horas seguidas, do mouse.
quando pedi à minha mãe um mousepad daqueles com "almofadinha", ela disse que eu não preciso ficar tantas horas no pc e não precisava estar com o pulso assim. precisar não preciso mesmo não, mas sabe como é...
o fato é que querendo ou não, passo muito tempo no pc, cuidando para que meu calinho não desapareça hehe.

e muito tempo no pc só fez aumentar o ódio mortal da minha mesa do pc.

foi então que num belo dia (sábado, que é quase sempre um belo dia!) juntei duas coisas que ficam tão boas juntas quanto guaraná antartica com laranja, ou pizza
de atum com guaraná antártica com laranja, mas aí seriam 3 coisas, mas que ficam boas juntas mesmo assim. pois então, juntei:

a minha mãe (em um dia de extrema e notável boa-vontade, vista a olho nú, e de longe) e uma liquidação de um shopping de móveis (casa park).
e isso resultou em mais do que uma mesa nova para o pc, resultou num dia todo de coisas para contar.

olha......
primeiro.. a gente começou a montar a mesa. sério? é. manual em mãos, daqueles que mais complicam do que explicam (pra quê o "daqueles"? não são todos assim?) e foi muito fácil!
a mesa é toda de encaixe e parafusos. e eu e a minha mãe lá... nos vangloriando e dizendo coisas parecidas com:
"um homem nao gosta de fazer esse trabalho, teu pai mesmo nao tem paciência..."
"isso aqui é bem facinho e nao precisa de força! poxa eles sao mto inteligentes em fazer produtos assim"
ou a melhor da minha mãe: "agora vou viver comprando coisas !" (idéia que não é nada mal)
ou " uma mulher monta isso melhor que um homem....."
até que... depois da mesa toda montada... todos os nossos pensamentos: jogados na lama.
e veio akele pensamento de sempre... desses momentos indesejados de surpresa e indignação, que começam sempre com "porraaaaaa!!!! ...(coloque aqui a narração de um problema de sua preferência, ou não)!!!!"

"pooooooooooooooorra! mulher só se ferra! a gente montou tudo perfeito, mas furar a parede eu não furo não."

fomos atrás de uma furadeira. e eu com o meu pensamento de consolo..."pra que eles fazem um treco pra precisar de furadeira... só pode ter sido por 2 motivos..."
(detalhe que a mesa é de pregar na parede, a gente ja sabia que ia precisar furar).

"ou pra fazer a gente pagar mais 100 reais no produto, pq aí eles vao na nossa casa e montam. ouuuu pra quando voce exibir sua mesa nova nao poder dizer: "fui eu
quem montou" só pra nao dizer que os homens não tiveram participação, assim, só de raiva. mas no fim as duas alternativas dão na mesma porquera.......só pra nos fazer pedir ajuda pra um homem."

a furadeira aki de casa tinha pifado. fui pedir a do vizinho. cheguei com akele trambolho (igual ao nosso pifado) em casa.

minha mãe mandou meu irmão chamar meu pai pra furar a parede.
ele foi ate o quarto e voltou com seguinte notícia: "ele disse que nao vem agora nao pq tá dormindo."
ou meu pai é sonâmbulo e fala dormindo, ou meu irmão de 8 anos ainda não aprendeu um truquezinho simples porém necessário e indispensável sobre como alterar frases e inserir pronomes, para fazer parecer uma coisa ao invés de outra.

ok. entâo era a nossa chance de provar quer poderíamos terminar tudo sozinhas (mas na hora eu não sabia se isso era bom ou ruim).

aí minha mãe disse......
"eu vou furar né? seu pai nao vai vir mesmo e daqui a pouco ta tarde demais e não pode mais usar furadeira."
rendaaaaaaaaaaam glórias e sacrifícios, minha mãe, minha heroína!

marcamos e tal. no fim de tudo ela disse:
"pega a furadeira."
peguei. ela olhou, franziu a testa e disse:
"é, vai lá chamar teu pai"

fui. ele veio e pow. a situação nao estava mais sob nosso controle, os homens estavam encostando no placar. ele fez os 2 primeiros furos.
enfiamos a buxa lah pra parafusar a mesa depois. ok deu certo, faltavam 2 furos. nos 45 do segundo tempo, pq jaja ia anoitecer e nao podia mais usar a furadeira


aí furou ummmm ... ummm... e 27h43ijkpqpisdufgy67! deu em merda d novo!
pegou no concreto!! a furadeira parou numa pilastra de concreto que tem na parede do outro lado do meu quarto a furadeira nao furava porra ninhuma! e nao dava a buxa inteira! nao ia caber o parafuso.
meu pai desistiu e disse:
"aí! não sei resolver esse problema não, tem q chamar alguém pra fazer isso."
sentei e fiquei olhando. e o chão do quarto que eu ainda ia ter que varrer: com umas montâinhas de pó de parede.

e minha mae na cozinha. cheguei lá pra perguntar a minha lider o que a gente ia fazer. ela estava no interfone...
"juvenário, EU tava furando uma parede pra pendurar uma mesa aqui e encontrei a pilastra de concreto... o que eu faço pra furar a pilastra?"
*olhos mareados, na espectativa*
"ah tá! tá bom, brigada!"
"ele disse que tem uma função chamada marteleira que serve pra furar o concreto"

fomos no meu pai, eu ajustei a furadeira, ele furou, penduramos a mesa.
so faltava um detalhe a "gaveta" do teclado encaixei e puxei! a bixa quase cai em cima de mim!!
"poooooooooooorra! (de novo) alguma coisa a gente montou errado!!"

meu irmão começa a rir...
eu: "que foi menino?"
mãe: "ele trocou as peças de lado quando a gente estava montando essa parte"
desmonta. monta.
mais risadas (do peste).


grande conclusão: vinho caído no chão, depois do almoço, quando seca, incensa a sala e fica muitissimo "preguento".




Sexta-feira, Janeiro 20, 2006
03:37

tu é normal demais hein, filha!

quando eu vou a um restaurante eu sempre sento na cadeira que fica encostada na parede. quando eu faço um sanduíche, nada pode sobrar pelas beiradas. quando ouço uma musica muito legal ou muito ridícula, eu começo a interpretá-la onde quer que eu esteja! enquanto a música toca eu interpreto (muito bem, diga-se de passagem) criando clipes imaginários que depois não vou saber reproduzir, digitalizar e postar num videolog. quando estou planejando falar com alguém, eu imagino a cena e interpreto também. imagino eu e a pessoa. falo por mim, respondo por ela. tudo isso em voz alta, de preferência. quando vou ao supermercado eu nunca pego o produto que está mais a frente na prateleira. quando vou comprar picolé, nunca pego os de cima. quando ouço "só tem tamanho único", sempre faço a minha cara-feia-de-"e-mulher-agora-tem-peito-bunda-cintura-tudo-igual-é-?", sim, a expressão facial é tão esdrúxula quanto a expressão linguística. hehe quando ouço som no carro sempre coloco o volume no 7. quando vou comer sempre coloco o arroz primeiro e só então o feijão por cima, aliás sempre começo pelo arroz. quando eu ando pela calçada no caminho para a academia, eu fico tentando calcular onde meu pé vai pisar no próximo bloco, já que ele mede "x" centímetros e o bloco "y" cm, e meu passo tem "z"cm, sempre há um atraso seguido de um adiantamento em relação ao local onde pisei da primeira vez, no outro blogo e por fim, piso no mesmo lugar que tinha pisado no começo, só que num bloco mais adiante.


poxa! vai dizer que você também não faz essas coisas?!
o que me acalma é que se duvidar tem comunidades orCÚticas sobre tudo o que eu relatei aqui neste post. por isso que eu gosto do orCÚt, cada vez mais ele nos mostra o quão somos normais, pq sempre tem alguém que faz as mesmas coisas que você, na inocência achou que só você fazia e que por isso era such a kind of débil-mental. legal né? agora chega q já falei muito de orkut hoje!!


;*





erro.

Infelizmente, o "siteimbecilporémindispensável.com" servidor agiu de forma inesperada....

é provável que o servidor tenha esse comportamento durante os próximos meses. pedimos desculpas pelo transtorno e pela falta de consideração do nosso servidor.




o que houve com o "please try again in a few seconds"?


ps. sim, este aviso provém do orCÚt.





Quinta-feira, Janeiro 19, 2006
05:27

se quiser você pode clicar nesse quadradinho com uma barbie, se não estiver fazendo nada melhor....er.... então tá.
bom, hoje eu fiz um monte de coisinhas. fiz um template azul para o verdetopia! ficou razoavelmente bonito, eu acho. criei calendários, quadrinhos iguais a esse aí de cima, são tão legais, depois vou colocar no mini... tem também o layout da anna *clique aqui para ver* e também fiz tudo o que há no mini (o layout e as caixinhas também). isso tudo tudo hoje e não tô com sono ainda. aqui não tem mais aquele livro... mauá - empresario do império, de jorge caldeira, que talvez quizesse competir com a bíblia em número de páginas e leitura massante. sem falar que parece que o número de páginas é inversamente proporcional ao tamanho da letra. caracteres minúsculos! é, talvez seja o livro mais chato da história. eu tentei ler. dormi no segundo parágrafo. a gente nunca tem as porcarias à mão quando precisa delas.

ps. qual a desculpa para um site de uma grande livraria ter erros de português tão esdrúxulos como colocar o circunflexo em "pôr" quando não era um verbo? sem contar que os acentos agudos parecem ter tirado férias no "cáríbé".

bom dia pra vocês, eu vou dormir. =*




Terça-feira, Janeiro 17, 2006
05:02

alguém pode me explicar pq anos acrescentados à minha vida ao invés me tornarem uma pessoa mais inteligente nesses assuntos humanos (e unicamente humanos) me transformaram nessa pequena e iniciante máquina de produzir erros em série e larga escala? sim, pq tudo começa e termina do mesmo jeito pra mim. não precisa entender, basta saber que não é um "conto de fadas". e o que transforma as pessoas em idiotas sentimentalóides que se importam com as mínimas coisas e se deixam ferir por elas? o quê? e o que as faz continuar, insistir em coisas que não dão certo ou perder oportunidades ou levar foras todos os dias? o que me fez pensar que posso prometer coisas e não ser séria quando estou sendo séria. minha palavra não tem mais credibilidade pra mais de umas... 11 pessoas. isso é ruim. muito ruim. não pela quantidade, mas por cada um. ah, e com as coisas acontecendo do jeito que estão acontecendo a gente até desanima. tá. então eu vou continuar tentando fazer as coisas mas vai vir alguma manobra do destino que não vai deixar.




Terça-feira, Janeiro 10, 2006
03:54

é o stress

- olha! que lindas as unhas dela, débora... é quase uma obra de arte isso né.
- hãm?
- isso na sua unha.
- ahh! o stress
- é o strass....
- minha amiga que põe pra mim esses estressezinhos na unha.




Domingo, Janeiro 08, 2006
11:40

me engana que eu gosto

[toca o interfone]
- ah, pode deixar subir.
- os rolinhos ja chegaaaaaaaram!?
- já! rápido né?
- demais! chegou em meia hora.
- é bom quando eles dizem que vai demorar, pq se chegar antes a gente acha bom né?
- er.......


weeeee!
ah! fico feliz em informar-lhes que meu computadRor passa bem, obrigada. depois de uma noite inteirinha, yes! eu tenho o front page. custou a baixar, mas está aqui firme e forte e explorado desde o início. 193mb pra baixar por essa internet a manivela né pouca coisa não! válido esforço, tenho meu editor html favorito. agora estou armada! meus olhos estão mareados, juro! mas tb, acordei com eles pregados. x_x
rebeca minha quérida prima, agora eu faço o template que tu quiser! e digo mais, faço qualquer template que qualquer um quiser! será que eu deveria ter dito isso? não leve muito em conta, pq acabei de acordar ok?

agora deixa eu ir que ainda tenho um vestibular pra fazer :D




Sexta-feira, Janeiro 06, 2006
03:57

das 3:30

que covardia... na geladeira tem: uma garrafa de 2 litros de coca cola light [da nova] aberta. a torta holandesa [com marshmallow o_O]. na cozinha temos um pote com os últimos biscoitinhos amanteigados [que suspeito que mainha vinha guardando, economizando, escondendo mesmo!] e lá também, hospedado (quase que certamente, por pouquíssimo tempo) o que resta daquela iguaria tradicionalmente vendida no recife chamada de bolo de rolo [e este era eu quem vinha guardando, economizando, escondendo mesmo =x ] .os últimos dois importados da minha terra que parece que só quer me engordar. e eu o que tenho? um estômago reclamão às 3:30 da manhã. MEDO.

ps. ah sim, a foto é de minutos antes de consumar esse ato criminoso. mas fazer o quê? e depois mainha ainda se aperreia me perguntando "pq ninguém come fruta nessa casa!?"




ninguém vai me dizer


peraí deixa eu perguntar pro cosmos! ô cooooooooooooosmos, o que eu vou fazer da vida?! (sim, eu vi "se eu fosse você" ^^) agora me sinto como um ponto de interrogação ambulante. não tô feliz ao extremo mas também não tô desesperada. sei mais ou menos o que vou fazer, estudar eu vou. mas o único grande problema da minha vida agora é o seguinte: o que eu vou fazer se a mensalidade da porra do cursinho é praticamente igual à mensalidade da faculdade? a sorte está lançada senhores. é, a minha tá lançada mesmo, alí, alí ó! não tá vendo não? é, nem eu. também pudera! tá lançada bem loge mesmo! então se alguém encontrá-la poderia, por obséquio, trazê-la de volta? obrigada. :P




Quarta-feira, Janeiro 04, 2006
03:03

um mistério já foi solucionado...

já que recebi... uma carta explicando tudo!
o presente chegou antes da carta, pq a minha mãe fica com a chave da caixa de correio e só abriu agora a noite.
eu já agradeci, mas foi um agradecimento meio xôxo.
mas já te expliquei o porquê, né?
e na carta tem escrito: "uma pequena lembrança para um grande coração".
anderson, obrigada! eu amei. 8D~




o outro mistério... pausa para cantar:
quem é a retardada-psicótica-que-vai-às-2:00h-da-manhã-vê-se-o-resultado-do-vestibular-saiu-mesmo-que-os-funcionários-do-cespe-não-estejam-nem-aí-pra-essa-pobre-coitada-[eu]-e-muito-menos-madruguem-para-publicar-resultado-nenhum [como de praxe, tudo com hífen], põe o dedo aqui, que já vai fechar...
vale até lembrar do meu professor de biologia e exclamar: "minha nossa-senhora-da-bicicleta-preta!". eu quase morri com uma dor aguda no estômago, no coração, no fígado, no pâncreas, no apêndice, na unha do dedão do pé e a coisa toda, quando, fazendo uma busca insana no santo-procuradeiro, o google, com as palavras "aprovados unb pas", acabei chegando aqui [x]. procurei meu nome e quase desmaiei quando não achei não só o meu mas nenhum nome de gente conhecida! gésuis! tava tão cega que não vi o "terça, 04 de janeiro de 2005, 19h14" no topo da lista. viu no que deu? que nem peru, morri na véspera. poucas horas antes de saber. minha gente, agora já senti tudo que sentiria se não passasse, que se não passar [mesmo] a unb não vai ter nem o gostinho de me ver quase-morta-de-espanto.

tô precisando dormir. deixar o microondas quebrado cair na minha cabeça pra ver se funfa!





Terça-feira, Janeiro 03, 2006
18:44

o.m.g.

"tem um pacote aqui embaixo, para a senhorita. das lojas americanas." estranhei, mas olha o que era. weeeeeee!
alguém acaba de fazer uma criança muito feliz, mesmo na véspera do resultado do vestibular. já vi e vi os extras e tudo e ahhh eles são lindos, o chris parece um louco dançando. huhuhu já to vendo pela segunda vez, aqui no pc. [vício]
e eu que pensei que a época das caridades já tinha passado :D

ps. to feliz pra caraleooooo! quem mandou essa coisa mais linda do mundo pra mim, favor identificar-se. XD



essas pessoas que de diferente só têm o endereço..

pessoa 2: deixa eu levar essas caixas pra pôr aquelas coisas que ficam em cima do meu armário?
pessoa 1: não, aquilo tudo é lixo, mais fácil jogar fora.
pessoa 2: ah não! quero uma caixa verde... e a outra pode ser, pode ser... pode..er... roxa!
pessoa 1: não, deixa isso aí, vai estragar...
pessoa 2: ah váaaaaaai..... por favor!!!
pessoa 1: ahhhhh! tá bom, uma só, vai.
pessoa 2: ah não, é muitissíssima coisa pra caber numa só, tem que ser duas mesmo.
pessoa 1: tá. e não me pede mais nada.
pessoa 2: okêi, fechado! [pra ela, quase um pacto de sangue!]
...
pessoa 2: olha esse quadrinho que lindo, combina com aquela parede laranja...
pessoa 1: ah, legal..
pessoa 2: olha, R$ 126,00, barato...[quase engasga pra dizer "barato"]
pessoa 1: olha! um espelho lá na seção de banheiros...
pessoa 2: ah.. [vácuo mode on]
...
pessoa 2: olha, e essa luminária aqui que fofa, dá na mesa do computador...
pessoa 1: é né, bonita.
pessoa 2: aham! que tal? tá barati...
pessoa 1: olha alí, tenho que comprar uma tampa nova pro vaso sanitário [pô! que coisa interessante! ¬_¬]
pessoa 2: ah é...? [vácuo mode on on]
...
pessoa 1: chegamos no caixa ainda bem.
pessoa 2: é, né... mas olha aqui que legal essa ca...
pessoa 1: sei... ah, débito.
pessoa 2: hum...
pessoa 1: tec tec tec tec...[digitando a senha]
pessoa 2: ah poisé...
...
pessoa 1: que bagunça é essa? [era a mesma de sempre, nem precisava da pergunta]
pessoa 2: ah, resolvi arrumar logo essas coisas que estavam em cima do meu armário. [milagre]
pessoa 1: ah tá. [bege de tão pasma]
pessoa 2: uhum [meio aflita segurando um saco plástico abarrotado]
pessoa 1: vou dormir tá? arruma isso. [louca pra ver como vai estar amanhã]
pessoa 2: okêi.
...
pessoa 2: [coloca as duas caixas vazias em cima do armário, e vai jogar o lixo fora, lá fora e de fininho, pra que ninguém veja =X ]





Segunda-feira, Janeiro 02, 2006
03:59

Já comecei bem

quando meio que fui "obrigada" a pensar nas coisas imbecís-retardadas-mongóis que fiz no ano que passou, tive vontade de mandar uma barquinha dessas de oferendas pra iemanjá, na cabeça da aparecida liberato.
ela, em sua visita anual àquele programa lastimável das tardes de domingo sbtlísticas, veio para, além de dar previsões ruins para 2006, me atormentar com números (uma besteira). começou a falar sobre os números que regem as vidas das pessoas de acordo com a data de nascimento e o ano que entrou (afff piada infame!).

então, fiz uma continha bem fácil. somei tudo: os algarismos do ano que entrou (não sei vocês, mas eu ouvi muito essa piada-véia-sux de "boas entradas" nesse fim de ano, aff maria!) 2+0+0+6, que dá um 8, mais os do meu aniversário: (1+4)= 5 e (0+4)=4. e descobri que, segundo ela, depois do meu aniversário, eu estaria em um ano número "7". já que sete é meu número do sorte (outra besteira minha), pensei logo: que legal, ano sete deve ser bom. no entanto a bicha vem dizer que o ano 7 é um ano de reavaliação, que eu deveria refletir sobre a minha vida, o passado principalmente, o presente e o futuro.

pensei logo nas coisas ruins que fiz durante o ano, pq a gente tá acostumado a refletir (se é que faz isso) somente sobre as coisas ruins e sobre o pq delas não terem sido coisas boas, as quais a gente não precisaria pensar sobre e ter uma dor de cabeça de arrependimento no findiano. ufa! pois então, a dor de cabeça foi quase que imediata. só teve uma pausa quando eu chamei a tal numerólo(u)ca de burra pq achei que ela tinha somado umas coisas erradas lá. mas o rafael fez questão de dizer, no que me pareceu um centésimo de segundo depois, que burra era eu, pq ela tinha somado certo. seguiu-se uma sonora risada minha só pra tentar disfarçar.

e quando fui pensar nas merdas que fiz, nos amigos com os quais não falei o quanto queria, nas coisas que não dei atenção, nos compromissos que furei, nos sorrisos falsos que tive que mostrar, nas cartas que não mandei, nas coisas ruins que disse, e nas que esqueci de dizer, nas pessoas que magoei, e nas que me magoaram também, nos lugares onde não queria ter ido, nas coisas que não deveria ter feito (pra não dizer coisas piores), acabei mandando mesmo um foda-se pra tudo isso, pq o que foi, foi. umas coisas rendem mais que outras mas a gente vai aprendendo a controlar, amenizar, solucionar, ou se preciso, esquecer (eufemismo para aniquilar) mesmo.

até aí tudo bem. mais ou menos. mais tarde fui descobrir que estou realizando as 4 operações matemáticas básicas tão bem quanto o nosso não-tão-digníssimo presidente lula têm sabido se explicar diante da crise política (principalmente na frente do pedro bial, vocês viram aquilo?hahahaha!): bem... bem mal. quem foi só um pouquinho esperto viu que 8+9 é 17. e 1+7=8! oito, minha gente! e não 7, como eu havia somado! isso significa que além de somar como um recém nascido, a minha primeira dor de cabeça do ano foi em vão, num serviu para absolutamente nada.

bom, depois dessa, ainda fui tirar à limpo essa história no site da aparecida, só pq a curiosidade é maior que minha revolta com essas besteiras. foi então que descobri que terei um ano bem "ariano":
ano 8: ano do poder. você deve controlar sua vida material, pagar e receber. sua atitude deve ser de auto confiança e ambição.

sabe essas coisas que você não acredita, voce prefere acreditar? pois bem. ;)




Quinta-feira, Dezembro 29, 2005
03:18

Um dia esta será a rotina perfeita de Débora:


8h15
Desperta, sem olheiras;
8h30
Adentra o banheiro, sobe na balança, está um quilo mais leve;
8h45
Café na cama: frutas, croissants, chocolate, suco de uva ou laranja;
9h15
Banho de imersão, com fragrâncias exóticas;
10h00
Pelada de vôlei, com o professor que lembra o Ashton Kutcher;
11h00
Tratamento facial, manicure, shampoo, cabelo;


13h00
Almoço com as melhor amigas;
13h45
Repara, de longe, que a mulher do ex-namorado engordou 20 quilos;
14h30
Passadinha no Shopping para adquirir algumas novidades e sapatos, sempre, mais sapatos(!);
16h00
Recebe, em casa, uma dúzia de rosas, mandadas por um admirador secreto enquanto assiste ao último show ao vivo do Coldplay;
16h15
Chega o massagista, aquele, parecido com o Tom Cruise;
17h30
Recebe o catálogos da H.Stern, Zara, etc folheia-os, com todo o carinho do mundo, amanhã ás 14:30h vai adquirir essas novidades;
19h00
Inicia o ritual de escolha da roupa que usará no jantar;
19h30
Já experimentou 7 vestidos, três saias, oito blusas e 15 calças;
20h30
Jantar romântico, a luz de velas e tangos argentinos e depois, uma boate, mas antes...
21h00
Recebe um colar (algo em torno de U$ 2.000), como prova de amor;
23h50
Está em casa, faz amor, após 40 minutos de preliminares indecentes;
03h00 (outro dia)
Adormece, como conseqüência do melhor cafuné do mundo.

aonde?! auihauihaiuhau!!!









Tempo: chuventoso

Sentindo: sono

Bebendo: água

Comendo: chocolícia que o rafael esqueceu na minha bolsa =x

Ouvindo: nice & slow - usher

MSN: o menino que perdeu o chocolícia. =x e o menino que quer ser grande quando crescer uheuehue



=P










Segunda-feira, Dezembro 26, 2005
02:16

Este é um texto sobre natal, pizza, iogurte, amigos, alice no país das maravílhas e medo, muito medo..
título-nada-a-ver-pra-combinar-com-o-texto-cheio-de-assuntos-não-necessariamente-logicamente-inteligados



colarzinho muito fofo que eu ganhei da bia. ;D junto com uma cartinha escrita ás pressas, tão fofa quanto a minha estrelinha de asinhas, dentro da caixinha com um detalhe que eu só fui ver depois.
ih nem sou muito boa com essas coisas, ainda mais no fim de ano, mais ainda depois de ler a sua cartinha, mas não posso deixar de dizer que você é uma companheira e tanto! e agradecer por ouvir as minhas aventuras! uhauahuah isso quando não estamos ocupadas com as nossas próprias aventuras, ou rindo demais de nós mesmas, ou tirando fotos, ou como sempre, nos divertindo muito, né não? obrigada, lindona-moranga! aproveite muito o rio e seu namorado lá ok?
meu natal foi bem interessante, na casa do meu querido. vimos umas 2 vezes o dvd do seu jorge e da ana carolina. é ó-t-i-m-o. mas o melhor mesmo é ver o close do bigodinho do seu jorge, feio pra *krl*, no menu do dvd eles sem graça e o seu jorge sendo maquiado e a ana carolina contando a história do taxista, quem tiver a oportunidade, veja. não tinha ninguém da minha família aqui, primeiro natal que eu passei assim 'abandonada' por eles, apesar disso todos estavam felizes e eu descobri que isso não mata. e como natal é natal onde quer que estejamos, acabei dormindo tarde, comendo que nem uma... e rindo muito. adorei x)
esses dias recebi umas fotos do cruzeiro que meus pais, minha irmã, meus primos e minha tia fizeram. entre as pouquissimas fotos que recebi, o que foi uma tortura, já que estou mais do que curiosa, foi essa da minha irmã e do meu primo.. não que eu seja a rainha de copas, mas cortei-lhes a cabeça por causa do tamanho da foto XP~ sabe, nem fiz muita questão de viajar. não viajei por causa do vestibular que irei fazer dia 11 de janeiro. não tenho muita fé de passar pq, e simplesmente pq, o curso para o qual me inscrevi é o mais concorrido agora. tá foda, mas isso vocês já sabem. mas também não senti vontade de viajar pq afinal ia sentir saudades de rafael. X) não vou falar nada além disso pq sei que ele vai me zuar quando ler e ficar convencido, mesmo não admitindo. hehehe.

já não tem mais nada pra se beber nesta casa, só iogurte de morango light, com fibras. sabe que, tudo que tem escrito: "com fibras" me assusta. já parece que vou comer alguma coisa com gosto de palha. eu sei que essas informações os fabricantes são obrigados a colocar nas embalagens mas eles não se contentam em colocar num cantinho, têm que destacar e me fazem torcer o nariz muitas vezes. quando eu era pequena, tudo que tivesse escrito "vitaminado" eu achava ruim, dizia que o gosto era diferente do normal e tal. no auge da minha ignorância infantil cheguei a pensar certa vez, que eles colocavam remédios dentro do chambinho, pq vitamina pra mim era sinônimo de remédio já q eu vivia tomando redoxon. outra coisa que eu não simpatizo é aquela água da coca cola, a dassani, que tem bem grande no rótulo: "adicionada de sais" = água salgada, pronto não bebo. mas sim, voltando, os 20 litros de água acabaram assim que a minha mãe viajou. eu tenho pavor de pedir coisas pelo telefone, tipo pizza, água, etc. me diz aí se vocês nunca fizeram algo parecido:

cara da pizza: pizzaria sua-pizza-vai-chegar-mais-mole-que-uma-papa*, boa noite.
eu: ah, oi, eu queria pedir uma gigante, meia marguerita e meia frango com cat.......
cara da pizza: ...espera, qual o endereço?
eu: ah.. ¬_¬

*nome fictício que eu dei pra pizzaria que meu pai pede.

e você fala bem rápido pra não esquecer quais os sabores o povo da sua casa quer e o kra te interrompe no meio do pedido... por causa disso eu acabei pedindo uma metade calabresa quando devia ter sido portuguesa, que saco, isso me traumatizou e me fez ter pavor de pedir pizza pelo telefone, dá a maior vergonha na hora, parece que o cara te axou uma retardada e esfomeada, retardada outra vez, inexperiente em matéria de pedir pizza e impaciente... mas pq ele não perguntou logo depois de dar boa noite, qual era o endereço? será que ele pensa que a gente liga pro disk-pizza pra perguntar com quantas rodelas de pimentão se faz uma pizza portuguesa?
então, o resultado: não pedi água, passei na padaria e comprei 2 garrafas de 1 litro e meio cada. aí aconteceu desses dias serem os mais fudentos de calor e eu bebi a água mais rápido que num sei o quê. mainha chega amanhã graças a deus! se não eu ia continuar na seca ou ir na padaria e voltar carregando um galão de 20 litros. aoooooonde?! x)

já notaram que desde a segunda quinzena de outubro é natal, mas o primeiro comercial de tv de ano novo passa já no dia 24 de dezembro? hoje recebi um telefonema da menina mais linda do mundo, a maíra. gente finíssima que sempre liga pra mim no fim de ano pra me desejar feliz natal! ás vezes eu fico besta como tem gente que tem tanta consideração pela minha pessoa, isso é bom, muito bom. conversando com ela lembrei que até agora, não faço a mínima idéia do que vou fazer no "ano novo". aliás do ano que vem eu só sei de uma coisa, e foi o rafael quem me disse: você não está de férias, você está desempregada. muito medo! m-ó-i-t-o medo!!!!!!!!! *grita*

é pessoas, espero que o natal tenha sido bom pra vocês também.


ps. meu "e" voltou ao normal pq rafael meu deu o teclado dele. eu comprei um pra ele então ganhei o dele. mas juro que o presente foi sem interesse, comprei antes do meu teclado dar deeeeeefeeeeeito ;) ("e" pra queeee teee queeeero!!!)






Tempo: chuvoso, bom pra dormir

Sentindo: saudades de mainha

Bebendo: não tem mais nada de beber aqui em casa! socorro

Ouvindo: pitty - anacrônico

Assistindo: volta ao mundo em 80 dias - corujão

Visitando: orkut

MSN: meditador



=P











Quarta-feira, Dezembro 21, 2005
05:03

inferno éico



estou tendo as melhores férias da minha vida.

olhe, imaginem que todos os dias, vejam bem minha gente, t, o, to, d, o, do, mais s: todos (!) os dias eu vou jantar e almoçar fora, sem contar que nos fins de semana ou nas tardes em que não tenho nada pra fazer eu vou ao clube ou a um parque. isso pq estou ganhando 2.170 contos por dia! isso é muito dinheiro, mesmo que eu só esteja pegando no pesado três dias por semana. imaginem vocês que comprei uma casa na maior pechincha: 41.000 dinheiros! e que tenho um namorado que me deu um telescópio, e uma banheira de hidromassagem. ah! também já gastei mais de 15.000 em roupas!

nota mental: preciso parar de jogar tanto the sims...

enquanto isso, no msn...

[04:28:51] Botem pilha : acordada?
[04:29:00] Lk~ : incrivelmente acordada
[04:29:02] Lk~ : o_o
[04:29:11] Lk~ : me perguntaram se eu estava usando drogas
[04:29:16] Lk~ : aih eu respondi que sim
[04:29:22] Botem pilha : uahuahuahau
[04:29:26] Botem pilha : e tá?
[04:29:32] Lk~ : sim.
[04:29:34] Lk~ : bombinha de berotec para asmáticos
[04:29:37] Lk~ : hhohohohoohh
[04:29:46] Botem pilha : hwehehhe
[04:29:57] Lk~ : to tao afobada e sem ar
[04:30:07] Lk~ : q tomei logo 3 doses ao inves de 2
[04:30:12] Lk~ : resultado...
[04:30:17] Lk~ : to me tremendo toda
[04:30:26] Lk~ : e acordada ate essa hora
[04:30:46] Lk~ : um caco.
[04:31:04] Botem pilha : menina....

e assim têm sido todos os dias. acordada até essas horas, em casa com com meus nuggets, latas de leite moça, barrinhas de cereal e lasanhas congeladas. enquanto essa água insiste em cair do céu eu fico baixando músicas do ladytron , diga-se de passagem, mais uma perfeição que descobri pela net. oh my god! e do cansei de ser sexy, meninas que cantam umas baixarias legais.
também tenho jogado muito the sims 2 + nightlife + expansão de natal. até deixei um pouco de lado o need for speed most wanted ou nfsmw. sabe, fiz o maior estardalhaço pro meu pai comprar um volante. disse ao meu irmão que ele tinha que pedir de natal um volante. quando acabou queeu sei jogar usando ele, aqui em casa. e no momento, ele econtra-se encostado num canto, em cima de um vídeo cassete (alguém se lembra disso? relíquia! relíquia!) aqui no quarto.

hoje, por um milagre de num sei qual santo ou de deus (deve ter sido dele mesmo, pq tava foda) fez um sol. e eu acordei as 15h, as 16 já estava no parque, ouvindo meu "oasis - stand by me" no mp3, e caminhando de cara pro sol. e onde está a camera para registrar um momento tão... pq não dizer, bonito? em noronha. só sei que senti a falta dela. a bichinha que já viajou mais que eu esse ano, foi pra curitiba, foi pro rio e agora recife e noronha. e eu? pro raio que me parta né? nunca vi raio partir ninguém mas digo logo que tá foda.

ps. este post me custou uma dor a mais, no dedo do meio, ele é o responsável por teclar a letra "e" que por ordem do destino resolveu deixar de funcionar e só trabalha debaixo de peia!







Sentindo: fome

Bebendo: nova coca light

Ouvindo: ladytron - destroy everything you touch

Visitando: ladytron.com

MSN: nenhum ser vivo consciente no msn.



=P










Quinta-feira, Dezembro 15, 2005
10:17

essa história é sobre scarpins


tem umas frases que minha mãe tá danada a dizer ultimamente: "já usei tanto isso", "nossa! no meu tempo eu usava isso", "a moda vai e volta mesmo". é, e como na natureza nada se cria, tudo se transforma, na moda, nada (praticamente) tem se criado. qualquer meia dúzia de lantejoulas naquelas blusas estilo "minha-avó-usava" faz isso virar moda novamente. e esse povo pensa que me engana. bem, com sapatos isso também acontece. uns 9 anos atrás eu fui de férias pra recife-pe com meu novíssimo all star preto básico e todo mundo olhava pros meus pés. uns meses depois a moda de all stars estava voltando mesmo por lá também. hoje prefiro um modelo bem diferente e menos discreto hehehe. outro dia foi bem engraçado ver o meu pai, veja bem, o meu pai, quase 1,90m de altura e pé relativamente pequeno para o seu tamanho (calça 43) usando um adidas star branco de listras pretas. sim minha gente, esse tênis que todo garotinho/garotinha emo tem ou quer desesperadamente ter. ele dizendo que quando era adolescente tinha um amigo chamado kurtz num-sei-o-que-lá-um-sobrenome-alemão-difícil-de-escrever-do-cacete, que jogava basquete e calçava 46. painho disse que num tinha tênis no brasil que désse nesse pequeno-alemão. e que o pai dele era rico, viajava pra alemanha e sempre trazia um par de adidas igualzinho a sua nova aquisição, numero 45 pq até lá o 46 era difícil. o pobre usava um tênis caro que só e apertado no dedão do pé pra jogar basquete e esfolar ele todinho entre um rebote e outro. tênis esse que viria a se tornar o maior sucesso hoje, uns 30 anos depois. bom, toda essa enrolação foi pra contar uma história sobre scapins. sim, esse modelinho clássico, apesar de que, modelo clássico, pra homem, é tênis. pois bem, nesse vai e vem de moda, eis que os tais scarpins voltaram a um tempo atrás com toda força. e eu, lógico, queria desesperadamente (já é a segunda e agora vai ser a terceira vez que uso "desesperadamente" no texto, perceberam? *.*) um par, ao menos um par. oquêi, já sabia qual queria e não adiantava outro, tinha que ser preto, do bico fino e de verniz. eu sei que foi só dizer que tava na moda que os scarpins sumiram de todas as prateleiras. num belo dia (para mim) ao contrário do que foi para mainha, eu a fiz enrar em nada mais nada menos do que todas as lojas de sapatos de 5 shoppings diferentes. c-i-n-c-o. e nada do maldito sapato. e como eu não tenho um pé, er, podemos dizer assim, "de miss" já que calço 39/40, a busca se tornou ainda mais homérica. ai se isso tivesse acontecido na época do natal minha mãe tinha sentado até na cadeira do papai noel, pq não aguentava mais andar. eu já estava desistindo, tá isso não é muito comum quando eu saio pra comprar alguma coisa, mas é que já estava entrando na última loja do shopping aí não inha outro jeito mesmo. entrei e vi o sapato. envolto com toda aquela luz celestial e aqueles brilhos cintilantes nos cantos tal qual desenho animado. e ele era preto. e de verniz. ah, ele também era tamanho 36 e só tinha o pé que tava na vitrine. patacaparéu! mesmo assim o vendedor foi no estoque olhar se tinha o meu singelo número 39. eis que volta ele com umas 5 caixas. claro. perguntei logo pelo most wanted: preto de verniz. ele só abriu uma caixa. e lá estava ele. e o vendedor: é o último par e é "trinti-nove". é esse mesmo seu moço. então ele mesmo pôs no meu pé e os meus olhos brilhando de felicidade e satisfação. e minha mãe já puta da vida: "é esse mesmo, vamo pagá". depois de efetuada a compra e já saindo do shopping só aí fui ler o nome da loja: cinderela. ;P







Tempo: nublado, novidade.. ¬¬

Sentindo: fome

Ouvindo: hung up - madonna .. "those who run seem to have all the fun"

Visitando:meu fotolog

MSN: namorado indignado pq eu disse que ele era viciado em cs huhuhu



=P










Quarta-feira, Dezembro 14, 2005
18:01

débora é pernambucana e reside em brasília, para onde se mudou aos 7 anos, bem no meio da segunda série do ensino fundamental. débora agora tem 17 anos, acabou de concluir o ensino médio e não sabe ser quer ser administradora, jornalista ou engenheira. débora sentiu um misto de presunto, queijo, ódio e tristeza quando ouviu will smith dizer ironicamente "que menina com 12 anos quer ser dentista?" em "eu, robô"; adivinha o que ela queria ser quando tinha 12 anos?! débora pensa que toda formiga é ninja, que todo inseto é nojento, que existe outro significado para o nome dela além de "abelha". débora tem acento. débora gosta de ouvir bandas que ninguém conhece, comer granola com iogurte de pêssego. débora sempre gostou daqueles dois iogurtes excluídos (e que quase ninguém dá importância) da bandeija da nestlé: o de frutas e o de côco. débora não tem "h" no final. débora rói unhas, "come" os cantinhos, odeia esmalte vermelho e alicate cego. débora fez pipoca no velocípede, subiu no vão da porta e fez um monte de outras coisas que viraram nomes de comunidades orkúticas. débora guarda ingressos de cinema, shows e jogos aos quais já foi. débora dorme com 3 travesseiros, lençól, edredon e ventilador ligado. débora tem orkut, fotolog, camera digital, mp3 player, namorado viciado nela e que disse que não é viciado em counter strike, família em recife, cócegas nas pernas, irmãos. débora tem pouco cabelo, tem horror à beterraba, tem gatinhos do mc donalds, amigos em outras cidade, pilhas recarregáveis descascadas, autógrafos de jogadores de vôlei, uma sandália plataforma rosa chocking, lívros de física, débora tem um monte de coisas verdes. débora tem olhos verdes, cinto verde, blusas verdes, sandália verde, pulseiras verdes que parecem ervilhas, lixa de unha verde, sapo de pelúcia verde, uma fadinha verde, caixa verde, lata verde, tic tacs verdes, presilhas verdes, quadro verde, brincos verdes, meias verdes e uma infinidade-de-coisas-verdes, tudo com hífen. débora já teve peixe e tataruga. débora nunca saiu do país. débora não costuma escrever cartas aos amigos. débora já escreveu cartas que nunca enviou. débora guarda envelopes coloridos para depositar cartas as quais nunca vai entregar. débora gosta de hífens, parênteses,do número sete, de coldplay. débora gosta muito de coldplay. débora escreve textos que tem vergonha de publicar depois de prontos. débora não gosta de parágrafos. débora não quis usar o pronome pessoal do caso reto (ela) no texto. débora adora ser o sujeito simples da oração e núcleo do composto também, desde que seja uma oração contando algo bom. débora está tentando entender pq quando pressiona o shift do lado direito e a letra "d", ela não fica maiúscula. débora escreve em razoável português, mas odeia letras maiúsculas quando digita, portanto não sem importou muito com isso. débora é normal, como tantas outras déboras. débora diz: ainda bem né? =P








Tempo: tá com cara de que vai chover

Sentindo: morgada

Bebendo: água

Comendo: as unhas x.x

Ouvindo: teenage fanclub - cells

Lendo: meus scraps

Assistindo: o tempo passar

Visitando: orkut

MSN: byzuri



=P








Terça-feira, Junho 14, 2005
18:03

- Olá! Estou com medo. Mas como todo regressar deve começar assim, comecei, nem olhei o que tinha antes... Minto. Olhei, olhei sim, tá, pode me repreender!

- Sabia que tinha olhado. Não, mas não vou te repreender. Afinal de contas, ninguém segue adiante sem saber adiante do quê(?)!

- Ai mas e agora? E se não houver mais nada o que dizer?

- Mas há, minha cara!

- Ok.

- Há. Explicações.

- Ah claro! Por que não gosto do que começa já sem sentido. Senão a gente fica o resto do tempo tentando encontrar-lo e não consegue. Isso só porque o bendito não deu um "olá" logo no início.

- Apoiada.

- Já que você concorda e eu não conseguirei seguir sem isso, vou fazer ter sentido então.

- Mas não enrole tanto. Isso não é TV.

- Eu sei.

- As pessoas se cansam. A atenção é uma coisinha afoita, é do tipo assim... emancipada. Tá sempre querendo partir pra outra. É uma menina pseudo-independente, desejada por terceiros mas quase nunca por quem a tem.

- É mesmo. Quando conseguimos a atenção de alguém é preciso fazer de tudo para mantê-la.

- Sem rodeios então, prossiga.

- Ah por falar em rodeios, você têm visto a novela da Sol?

- Eu disse: sem rodeios.

- Desculpa, é que não prestei antenção.

- Não disse?!

- Ah mas pera aí com esse negócio de atenção... Não reclame. A culpa de não prestar atenção em você não é minha, e sim sua!

- Você está me enrolando... E enrolando a todo o resto.

- Tá tá! Que coisa chata, odeio fazer as coisas assim, sob pressão.

- Então vai se acostumando, a vida está cheia de situações assim.

- É, vivem me dizendo isso. E me pressionando a saber disto. É hilário. Assim eu não vou "funcionar" nunca. E nem viver, se for assim!

- Não é hora pra papinhos deprês sobre a morte queridinha. Você deve uma explicação.

- Sabia que quando se chama alguém de queridinha geralmente usamos com a intensão de irritar o interlocutor?

- Claro que sabia... Queridinha. Ande logo com isso, eu tenho todo o tempo do mundo, mas não estou a fim de desperdiçá-lo.

- Tá... mas tenho que dizer uma coisa... Na verdade eu não devo. Eu não devo de "must". Eu devo de "should". Entendeu? É facultativa a minha explicação.

- Mas depois disso tudo, você não vai explicar nada? Que falta de consideração!!!

- Ah, depois dessa muvuca toda, realmente, seria no mínimo simpático da minha parte dar conta do meu sumiço.

- Você é irresponsável mesmo, admita.

- Eu sei, mas oh! Foi você quem me fez fazer essas coisas todas! Como pode....

- Vou me explicar, coisa que você não conseguiu fazer até agora... Na sua vida só tem lugar pra ser responsável a respeito de uma só coisa por vez. Eu sei que você estava ocupada. Mas o que custava...

- Você é um saco mesmo! Eu venho aqui pra tentar me explicar e você tira a minha atenção, diz que não é hora de papinhos sobre morte, que sou enrolona, que não tenho consideração, que sou irresponsável! Mas tenho uma surpresinha pra você, senhora pseudo-sabe-tudo!

- Ah é mesmo? Pois me diga uma coisa que eu ainda não saiba sobre você!

- Que eu já sei de tudo o que você me disse! Ok? E sabe quem me disse?

- Hãm?

- Foi você mesma, consciência!

- Eeeeeeu?

- Sim, eu sempre ouço você sussurando o tempo todo. Você é que não percebe que eu guardo tudo bem aqui ó.

- Mas você não... Não presta atenção no que eu falo! As vezes parece que não quer ouvir.

- Sim! Eu sim! É, as vezes eu não quero mesmo ouvir. Você as vezes parece a minha mãe, pô! Mas eu presto atenção. Tsc tsc tsc... não contava com essa, né? Assim você me decepciona...








Sim, eu estava ocupada. Sim, eu estive sem tempo. Sim, eu queria postar com mais frequência again. Vou tentar. Ok?
Visitando os spaces dos comentários quando voltar da minha fisioterapia... :D

Beijos,
Fada





Terça-feira, Maio 10, 2005
14:47

Só em New York?


Eu venho tentando entender como o amor e a vida podem ser tão assim, leves, como nesses filminhos "água-com-açúcar" que são filmados em NY.

Está aí um interesse que compartilho com a minha mãe... Filminhos bobinhos, comédias românticas, ou simplesmente romances, desses de se ver em um domingo de chuva à tarde. Hum.. realmente, é uma delícia. E a cada filme desses que vejo, eu fico cá pensando se eles não foram feitos com a exclusiva finalidade de nos deixar carentes. Bom, no mínimo estes roteiros tão agradáveis ao meu ver, foram escritos por pessoas em um certo grau de carência elevado, pq só quando se está assim é que se pode criar as situações e cenas que eu tanto adoro ver em casa ou no cinema. Sabe, é aquela coisa romântica que (quase) todo mundo gosta, sem ser pegajoso, meloso, grudento e outras variações de adjetivos que querem dizer a mesma coisa: baboseira romântica.

Eu juro a vocês que apesar de todos os pesares, e todo mundo sabe e vê que são muitos, eu continuo achando que moro no melhor país do mundo. Mas só resisto à vontade de entrar na minha tevê e cair, cair não, "pousar" em um banquinho de madeira do Central Park no outono, pq não há outra alternativa! Hehehe!

Nesses filmes as mulheres são sempre lindas e louras quase sempre. Sem contar que elas nunca têm nem problemas com os cabelos, nem problemas para achar alguém, afinal de contas, elas sempre são muito simpáticas e inteligentes, ah, as vezes têm um plus: habilidades em esportes, oratória, dança, entre outras coisas. São seguras, mas nunca demais, o suficiente para chorarem uma vez só durante todo o filme, no momento em que acham que os mocinhos não as querem mais. Os cabelos estão sempre bem arrumados, estão sempre muito bem vestidas, moram sozinhas, têm um emprego que eu classificaria de "bom-à-ótimo", têm amigos, enfim: são ótimos partidos, só falta um namorado. E é claro, antes do final feliz do filme, se não casa, a gente sabe que se tivesse mais 5 minutinhos, ia ver os pombinhos dizendo sim. Ah, eu posso dizer tudo que disse acima com relação aos homens destes filmes também.

Eles podem morar em São Francisco, mas nem tanto, em Miami para aproveitar o sol, em Washington não, pq lembra muito o governo, não seria agradável. E quase nunca em Chicago. Chicago é para filmes policiais. Mas na grande maioria das vezes, moram em New York. Não escrevo Nova Iorque, pq acho que tira um pouco do "encanto", frescura eu sei. Continuando... Eles podem morar em qualquer lugar onde haja um apartamento para um casal que ainda vai curtir muito a vida à dois. Ou em uma grande casa para os filhos que virão algum dia, com um gramado verde e bem aparado na frente, uma escada de madeira com corrimão na entrada e uma porta branca, também de madeira. A vida é suave, amena, tranqüila. Sem problemas maiores do que achar um apartamento para alugar, ou conhecer a família da moça. Esses filmes iludem a gente... Mas não gosto de pensar assim. Gosto de pensar que um dia quem sabe, até mesmo eu possa viver assim, despreocupada e com quem eu amo. Uma vida boa, não precisa ser de luxo, eu quero me sentir bem como as mocinhas dos filmes. Eu não sei vocês, mas as vezes penso que é tudo isso e somente isso que me bastaria, pra ser feliz pro resto da vida.

Acho que estou me tornando uma viciada nesses tais filminhos. É que me fazem tão bem, sempre fico mais leve depois de vê-la perder o avião, de propósito ou não, para voltar definitivamente para ele. E é engraçado perceber que a um tempo atrás eu realmente não tolerava filmes desse tipo. "Ai mainha, filme meloso de novo!". Mas com o tempo a gente sente alguma coisa que vai evoluíndo esse nosso lado de romance, essa coisa "familiar" também. Se sente até uma pessoa melhor por isso. E os pés vão saíndo do chão, dá um frio na barriga! E você pensa em tudo que tem que abrir mão para "viver um filme" assim. Mas nota que tudo vai valer a pena! Até que a gente percebe estar flutuando, e finalmente: leve como uma... pluma! E ainda acho que pode melhorar. Hoje eu não consigo entender como é que alguém pode achar isso ridículo. E também nem quero entender como alguém pode viver sem desejar um desejo desses, parecido com o meu.

Eu vou agradecer à minha mãe por ter me dado isso, puxei dela mesmo. Eu tive uma ajuda a algum tempo atrás também, que está longe, mas sabe o que fez por mim e sabe que eu agradeço.

Neste domingo, dia das mães, eu passei o dia com a minha. E, ao invés do nosso quase-sagrado filmezinho, fomos ao shopping. Paramos em uma cafeteria....

Moça - Açúcar?
Mãe - É, açúcar! Você me dá mais alguns sachêzinhos?
Moça - Mais? Claro!
Mãe - É, eu gosto de adoçar a vida!


Parabéns de novo mainha. Eu te amo. ;)

E um beijo pra todos! E para as suas mamães, atrasado, mas o que vale é registrar! hehe
E meu pé tá no lugar, tô de gesso, tá tudo "indo"... vamos ver no que dá. ;)
E um recado pro OgRo! Eu mando o modelo das carteirinhas! Qual é o seu msn? O_O




Segunda-feira, Maio 02, 2005
15:19





Terça-feira. Um pulo muito alto, uma queda muito feia. Não, não é poesia.


A verdade é que não senti dor, dor de doer, de tocar e doer. A dor foi de pensar que não vou poder fazer um monte de coisas por muitos dias. E talvez até não fazer mais algumas.

Tá eu explico: caí e caí feio, torci o tornozelo, rompi um ligamento. Na hora, ensaiei um choro. Mas como eu disse não era dor, dor de doer o corpo, era decepção. A coisa foi impressiontante. Eu saí rindo, pra não chorar de raiva. Parecia que havia algo um pouco maior do que uma bola de tenis no meu tornozelo, que inchou muito.

Minha mãe estava no Detran, para fazer uma vistoria no carro que comprou. Liguei pra ela contando o que tinha acontecido e ela achou que fosse brincadeira mas correu pro colégio pra me levar ao hospital. E a cada freada do carro sentia uma pontada, como se fosse uma agulha. Incômodo. Mas a cada freada eu tentava descobrir e dar o meu próprio diagnóstico. Ai meu Deus! Vou ficar 40 dias de gesso, isso se não foi nada muito grave. Ai meu Deeeeeeeeeeus!

No hospital, cadeira de rodas e o pé pra cima. Não doía em mim, mas acho que doía nas pessoas que passavam por mim, olhando. Digo isso por causa das caras e bocas que faziam. Pra não ficar mais nervosa, pus os fones nos ouvidos e "play" pra ouvir Coldplay e me acalmar. Aí a expressão das pessoas em volta mudou um pouco. "A menina com o pé desse jeito e não tá nem aí, ouvindo música". Havia um casal e uma menininha de 3 anos. Enquanto eu esperava o ortopedista, eles esperavam o otorrino. E a propósito, esperei MUITO! Aliás, esperamos. A menininha e seus pais também. E isso porque era EMERGÊNCIA. Uma hora o pai disse, rindo: "ela tá olhando espantada". E eu, rindo, para a menininha: "ahhhh tomara que nunca aconteça com você!!!". É, seria cômico se não fosse trágico.

Quase UMA HORA depois, lá estava eu tirando um R-x básico. E essa demora toda foi por que eles estavam TESTANDO um novo aparelho de R-x, no pior horário possível, diga-se de passagem.

Eu odeio aquela cara de ortopedista quando analisa os R-x. ODEIO. Fico gelada, pavor, e medo, medo!!!! E aquela "encenação" toda, foi pra dizer: "Você teve sorte". Isso é assunto pra comunidade de Orkut: "Tenho medo da frase: 'Você teve sorte' ". Eu imagino que o doutor deve pensar: bem, ela já tá aqui, ferrada mesmo, pior não pode ficar, então, vou dizer que ela teve sorte, pq afinal, dos males, o menor é sempre bem vindo. Ah sim, detalhe, pra completar o "circo dos horrores" em que aquilo tinha se transformado, no fim do espetáculo (consulta) ele não poderia ter dito nada pior do que: "Se não cuidar bem, não tem mais vôlei nem salto alto". Morri.
Depois de toda a aflição, pensei que nesse tempo que vou ficar "de molho", talvez eu devesse adotar essa frase: "dos males, o menor", mas a segunda franse marcante, prefiro nem pensar. Falta ar, falta ar.

Então é isso, uma semana (no mínimo, até voltar para reavaliar) sem pisar no nunca antes tão querido e estimado, chão. E andar de muletas, o que meu irmão chama de Amuletas. Lembrando a semelhança com o vocábulo "Amuleto"....

do Lat. amuletu
s. m., talismã

... que me remete à algo relacionado à sorte, solto um suspiro de decepção, pq isso tudo nada tem a ver com sorte, nem com algo relacionado. Depender dos outros. Faltar aulas e perder trabalhos. Eu sei que nem posso perguntar: "tem coisa pior", seria hipocrisia, pq é claro que tem. Mas não tem nada pior pra mim nesse momento.

Na madrugada de sexta pra sábado, faltou ar. Na verdade, ar tinha, o que não tinha era jeito de puxar daquilo tudo, um pouquinho só pra dentro. Hospital: Soro e Aminofilina.

Começo a duvidar daquilo que dizem, que criança que não se arrebentou , não teve infância. Primeiro que eu não sou mais criança, só as vezes. E será que eu não me arrebentei o suficiente na infância? Só um belo (ham???) palavrão (abreviado) para explicar o que eu estou sentido: PQP!!!! :P

Mas é assim né? De propósito a vida apronta uma dessas pra gente. Tem que aguentar.
E... sempre vai ter alguém pra dizer: "você teve sorte. Dos males, o melhor, ops, o menor."




Segunda-feira, Abril 25, 2005
18:47

* Gente tô pasma (isso não vai ser um post estilo Dirce, urgh).


Queria mesmo saber o que é que deu em certas pessoas, aliás, o que é que dá em certas pessoas para virem no blog de outras e só reclamarem? Sabe dessas peças que comentam como se quizessem dizer-nos que não somos os donos da verdade e sim elas? Sendo que muitos de nós blogueiros (acreditem!) nem temos essa pretensão. Pois sim, elas estão se multiplicando, eu suponho. Convenhamos que elas sempre estiveram presente neste meio "bloguístico", mas por uns tempos, a meu ver elas haviam migrado para o meio "floguístico" e passaram a criticar fotos. Oh my god (isso ta parecendo um texto estilo Dirce?)! Já estou entendendo tudo: elas se incomodam com o que você escreve, e ao invés de, polidamente, deixar um comentário revelando a própria opinião, deixam 10 comentários, falam demais, as vezes nem se deram ao trabalho de compreender o que você quis dizer, então vêm com ofensas, palavras baixas, partem para o lado pessoal ou, no caso dos fotologs: falam das suas fotos, mas não mostram a propria cara, por medo talvez, por vergonha, mais provável, por imbecilidade, com certeza. Sabe o que é isso? Começa com IN termina com VEJA, tá bom "véi", eu explico: Inveja, leia-se "incapacidade de fazer melhor".
E discordar do que eu escrevo, do que você escreve, do que o presidente escreve, do que o papa escreve, do que periquito, papagaio o cachorro escrevem(se é que isso é possível), pode? Claro que pode! Mas respeito no meio virtual, deveria ser mais real. Custa quase nada né? Quer dizer, sua internet é discada, é a cabo, radio ou adsl? Ah, pouco importa, por um caso ou por outro, tem mais essa: para de perder tempo discutindo por besteira e vai fazer alguma coisa útil. Tipo, escrever um blog. ;)

*à Luciana do Mundo Sem Noção, moça simpática e ótima jornalista, importunada pelos "Zés" da vida que comentam em blogs

Um beijo!





Sábado, Abril 23, 2005
09:25

E a moral dessa história, quem sabe?


Uma Fada estava meditando em uma calçada. Permanecia imóvel mesmo quando outras pessoas passavam falando alto, quase tropeçando nela ou tentavam tirar a sua atenção, assim de propósito. A rua era pública e não podiam tirá-la dali. Não estava fazendo nada de mais. Quieta e silenciosa. Quem se incomodaria com sua presença?

Um executivo, muito bem apessoado se aproximou da Fada, que estava na calçada. Ele com um telefone celular que fotografa com flash, discute com a pessoa do outro lado da linha aos gritos. Quando ele desiste da discussão e arremessa o telefone longe, está muito nervoso ainda.

Sem saber o que fazer para acalmar-se, ele percebe a presença da Fada e tenta desconcentrá-la por pura falta do que fazer. Tenta falar com ela, mas ela não percebe que ele está lá. Então, o que parecia ser um homem muito distinto e educado, um gentleman, tornou-se uma detestável peça. Viu na frente da Fada um copo de água. Com muito cuidado para não molhar o Armani, ele verte toda a água sobre ela.

A Fada continuou imóvel somente por tempo suficiente para que o executivo risse de sua criancice, mas depois se levantou, encheu de novo o copo, sentou de pernas cruzadas e voltou a sua meditação, sem alterações de humor.

O executivo se irritou, claro! Ele sempre conseguia fazer o que queria. Mas em tão curto espaço te tempo, havia perdido uma venda milionária e o pior, teve uma crise de estress momentânea e o pior, não obteve sucesso em uma coisa tão simples: irritar alguém para aliviar a própria irritação.

Depois da decepção, ele foi ao encontro dos restos mortais do seu celular de dois mil reais e sentou em um banco da calçada, tentando reanimar o bichinho.

Uma mulher apareceu andando naquela calçada distraída. Ele não queria mais nada com ela. Ela tinha somente 25 anos, muito jovem ainda, podia começar tudo com alguém, do jeito que a sociedade manda. Se ela tinha problemas, ele tinha problemas em dobro. O filho e a esposa.

O corpo estava lá, andando naquela calçada, como se não precisasse da mente para coordenar os movimentos, pois a mente estava tão longe quanto podia. Ela não via por onde estava andando. Não viu quando passou por ela, ele, no carro levando o filho para a escola. Não viu quando passou por uma loja de marcas em liquidação!!!!!

Tropeçou na Fada e imediatamente caiu no chão acompanhada de seus pensamentos, fazendo um barulho estrondoso. Ficou atordoada e em seguida irritadíssima. Na mesma hora, ela viu o copo e, vingativa, derramou toda a água na Fada.

O executivo as observava de longe, ainda tentando entender que mancha roxa era aquela que tinha aparecido no display do seu falecido aparelho. A Fada novamente se levantou, encheu o copo e voltou a meditar, os cabelos molhados e gelados, assim como as roupas.

O executivo percebendo a irritação da mulher, riu da situação, mas só por que ele ainda não havia encontrado um jeito de reaver o bom humor. Então qualquer coisa era uma oportunidade para aliviar sua tensão, ver os outros se darem mal inclusive. Continuou sentado, pois aquelas duas peças não encaixavam de jeito nenhum e só ia sair de lá quando conseguisse fazê-lo.

A mulher que tropeçou se juntou ao executivo, no banco.

Uma criança se aproximou desta vez, e logo viu o copo de água. Fez careta para a Fada. Fingiu ter ido embora e voltou na tentativa de assustá-la. Ameaçou derramar a água e depois, de fato, acabou fazendo a mesma coisa que os outros dois fizeram, sem motivo algum.
A Fada, pacientemente, mais uma vez, repetiu o gesto de encher o copo e tornou a sentar. A criança juntou-se aos adultos, já que os dois, riam em alto tom. Criança, não entendeu o porquê das risadas. E engraçado como naquele momento, os dois que estavam no banco pareceram crianças e o menininho, um adulto, já que agiu exatamente como o executivo. Desta vez, não só o executivo, mas os dois estavam rindo da desgraça alheia somente para tentar sentir-se melhor.

Trovões e barulho de chuva. A chuva caiu forte e sem piedade. Fazendo tanto barulho que mais parecia ser chuva de granizo.

A Fada pegou um guarda-chuva e abriu. Não viu os três. Não disse nem uma palavra. Não os repreendeu, simplesmente saiu de lá e deixou que eles rissem da própria ¿desgraça¿, se é que podiam. Ela tinha muita coisa para fazer, muita coisa pra escrever e eles tinham muitos dias de resfriado pela frente.





Sábado, Abril 16, 2005
00:46

"Espero que Brasília seja uma cidade de homens felizes; homens que sintam a vida em toda a plenitude, em toda a fragilidade; homens que compreendam o valor das coisas simples e puras; um gesto, uma palavra de afeto e solidariedade" Oscar Niemeyer.


No próximo dia 21 de abril, Brasília estará completanto 45 anos. Talvez tenha sido uma visão de Dom Bosco, como dizem os livros. Mas com certeza foi uma idéia na carta de José Bonifácio de Andrada e Silva às Cortes de Lisboa. E conseqüentemente, um projeto de Juscelino Kubitschek de Oliveira, idealizado por Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e, é claro, pelos candangos, primeiros habitantes da nova capital, que deixaram seus estados para construí-la. Brasília é hoje, uma jovem senhora, eu diria. Jovem de idade e de espírito. Mas maltratada pelo tempo e de reputação duvidosa.

A mania de todo mundo é julgar Brasília pelo que vê na TV, nos jornais. Tá, a mania de muita gente é fazer isso com muitos lugares além de Brasília. É a mesma coisa de dizer que no Rio só tem traficante. Que em São Paulo não se vê o céu. 

"Chateando" na internet, quando eu dizia que tinha nascido em Recife e me mudado pra Brasília por causa do meu pai, que havia sido transferido, logo me perguntavam se ele era político ou militar, quando não riam dizendo que aqui só tem corrupto entre outras coisas. Nem uma coisa nem outra. Engraçado como ainda tem gente que acha que em Brasília só moram militares e políticos em geral, incluindo o presidente. Sendo que o presidente passa mais tempo no exterior do que aqui.

Antes de vir pra cá, eu tinha 7 anos e morava em Recife-PE. Sim, eu amava aquela vida de ir todos os dias à praia antes de ir à escola.. De ir aos domingos almoçar na casa dos meus avós. Mas eu nunca havia pisado dentro de um avião e a notícia de que íamos nos mudar para Brasília foi recebida com um exorbitante entusiasmo. Antes disso eu nem sabia que Brasília era Brasília, capital do país, nem prestava atenção nisso, nem sabia como era aqui. Quando chegamos, eu adorei! Era muito frio, se comparada à Recife. E o dia anterior à nossa chegada, tinha sido o mais frio dos últimos anos.

Já no táxi para casa observei muitas coisas estranhas pra mim. Os prédios tinham no máximo seis andares e não havia grades nem muros separando-os. Em toda "quadra" - conjunto de prédios habitacionais - havia um parquinho, uma quadra poliesportiva, uma banca de revistas e um comércio. E depois pude perceber outras coisas... Sem querer parecer muito melosa, mas na primavera era a coisa mais linda, acordar e ver pela janela num dia de sábado aquelas pessoas andando de manhã com os filhos ou seus animais de estimação, pelas calçadas da quadra que estava colorida por causa dos canteiros, abarrotados de flores coloridas.

Nos fins de semana, às vezes íamos ao parque da cidade e mais freqüentemente aos clubes e shoppings. E quanto clube tem em volta do lago Paranoá! E quantos shoppings existem nessa cidade! E desde que cheguei aqui, vários outros foram construídos.
Mas aí depois de um tempo eu fui sentindo falta de Recife e quando ia de férias pra lá, não queria mais voltar pra casa. E odiava com todas as forças quando me chamavam de "candanga" ou "brasiliense". Que merda né, eu não tinha nascido em Brasília e nem muito menos tinha ajudado a construir! Hehehe! Foi aí, por causa disso, que eu comecei a ter raiva de Brasília. Achei todos os defeitos da cidade e até inventei alguns. Ah, é muito seco, ah os prédios só tem 6 andares, as quadras ficam desertas nos fins de semana, os clubes ficam lotados, só tem shopping pra ir, não tem praia, tudo é longe de carro, chove muitos dias seguidos na época da chuva, as pessoas são anti-sociais. Eu queria desesperadamente voltar à minha terrinha. Mas não tinha jeito né.

Quando meu irmão era pequeno era engraçado.. Ele chamava "painho" e "mainha" mas com sotaque brasiliense e dizia inúmeras vezes: "Minha cidade é leenda!" Hahahaha! Acho até que a chegada dele me ajudou a aceitar melhor a vinda pra cá. Então tive que me acostumar. E me acostumei. Acabei fazendo amizades aqui que puseram em xeque a minha vontade de voltar. Hoje eu gosto de morar aqui, e como meu irmão mesmo dizia, a cidade é linda e eu só percebi a pouco tempo. Estava sendo muito egoísta na verdade. A vida é assim, ela não se curva perante nós, nós é que nos curvamos a ela. Então fui abrindo os olhos para descobrir muitas coisas boas sobre este lugar. Até o caráter "maternal" que a cidade tem.

Brasília é uma cidade impressionante, que acolhe pessoas de tantos lugares. E faz sacrifícios pra isso. A cidade foi projetada para ter a mesma forma "sempre" e hoje está um tanto quanto desfigurada. Mas como uma "mãe gentil" não rejeita ninguém. Brasília é Brasil e é dos Brasileiros. Brasília não deve ser o privilégio de poucos, como muitas coisas vêm sendo. As pessoas estão incomodadas com outras quem aparecem por aqui e tentam construir suas vidas na capital. Egoísmo maior do que o meu, de não ver o quanto essa cidade pode me oferecer sem pedir nada em troca, seria proibir os brasileiros de "povoarem" essa terra que também é deles.

Hoje eu digo, que por tudo que essa cidade passa, pelo estado desfigurado em que se encontra, pelas confusões nas cabeças de muitos sobre o que é essa terra, pelas desculpas que devo por ter sito capaz de tão grande egoísmo: parabéns Brasília, capital do país que não troco por outro.




Quarta-feira, Abril 13, 2005
23:50



bYzURI diz: vc eh uma coisa verde madura.


Wow! É amanhã já. Prometo que esse post vai ser bem rapidinho. J-U-R-O hehehe!
Eu nascerei amanhã, às 9:45 da manhã. Branquela dos olhos azuis. Vão me ver no berçário, ok?

Olha vou confessar, a alegria é de praxe, mas eu não estou tão eufórica com a data de amanhã, não sei pq. Eu até queria estar, juuuuro. Mas não tô sentindo nada de diferente desta vez. Sem muita expectativa. Isso não é um texto deprê!!! :D Mas encasquetei que 17 anos significa: "esperar um ano até fazer 18" e que é só pra isso que o 17 serve. Eu estou muitíssimo feliz, sério! Mas não com relação ao aniversário. Recebi meu boletim hoje, ótimo, adorei XD Voltei a treinar volei, e voltei melhor e mais forte, recebi mensagens e tefonemas, cartão, um em especial ahhh.... estou feliz mesmo.

E como todos os anos, nem que seja nesse dia, é bom a gente pensar no que a gente fez no ano que passou (sim, eu também faço isso Reveillon hehehe), o que a gente conquistou e o que a gente pretende fazer, conquistar, realizar. E eu fico muuuuuito feliz (mais ainda) em lembrar do tanto de pessoas que eu conheci, das amizades que fortaleci, dos amores que manti, as coisas que boas fiz e tanta coisa que eu aprendi... Acertei, errei, menti, falei, briguei, sorri, aprendi, conheci, lamentei, brinquei, falei (muito como sempre), amei, gostei = vivi. E tudo, olhando de longe e dando tchau pros meus 16, foi muito bom.

Thanks! A todos que estiveram comigo (de qualquer maneira...) e BEIJOS! (pq ainda é dia 13 de abril, dia do beijo :D )





Segunda-feira, Abril 11, 2005
15:30

Acabei de chegar do colégio e almoçar. Almoçar as duas da tarde ninguém merece. Na verdade, merece né, o importante é almoçar.. hehehe

Nem sei pq estou escrevendo aqui agora. Se tem umas coisas que eu não gosto nessa vida são: escrever sob pressão e escrever com pressa. E tem umas coisas que só faço com pressa e rápido, por exemplo: atravessar a rua, comer um mc chicken, subir escada e minha série de musculação, mas isso não vem ao caso (mas também, nem ao acaso...) hehehe. Mas é só pra quebrar esse jejum de textos em que se encontra o meu queridíssimo blog. E também por que meu (mais querido ainda) amigo bYzURI disse que ia entrar em depressão se eu não escrevesse algo! hehehehehe!!

Tenho só uma hora para fazer meu dever de inglês e pegar o metrô até o shopping. Estou precisando comprar minhas joelheiras novas para amanhã e luvinhas para fazer musculação sem machucar minhas tão preciosas mãos.

Na aula de português a gente leu um texto que saiu na Veja (numa edição do ano passado), intitulado: "O Brasil lê mal". Engraçado que eu tenha falado sobre isso outro dia aqui no blog. Precisava escrever alguma coisa relativa ao assunto, então lembrei do que havia escrito aqui e transcrevi. Engraçado que outro dia precisei escrever uma crônica na aula de redação e não tinha nenhuma idéia em mente. É incrível como todo o vocabulário, todas as idéias e todas as opiniões parecem fugir desesperadamente quando estou diante de uma folha em branco e um lápis. Ainda mais se a folha não for pautada. Aquela brancura reflete perfeitamente o estado da minha mente num momento desses. Sempre me dá um branco, o contrário do que acontece quando estou diante do meu computador. Voltando à crônica: eu lembrei de um texto que tinha escrito no blog e preenchi por inteiro, uma face da imponente folha branca. E sobrou uma linha para a outra face, não deu tempo de escrever mais nada. Uma outra vez que precisei de um pequeno texto, bem resumido sobre o tão falado Protocolo de Kyoto, lá estava ele a minha espera, assim como quem não tem pretensão nenhuma além de ser um mero post do meu blog. Isso é bem engraçado. Parece que estou adivinhando o que vou precisar e escrevendo tudo antes, aqui no blog. Engraçado, acho que é sorte em partes, por que eu tenho escrito algumas coisas até atuais algumas vezes então não me surpreendi muito quando tais assuntos e opiniões sobre eles foram requisitadas em sala de aula. Que bom. Mais um ponto para o hábito de ler e escrever! :D

Me inscrevi pro ENEM hoje. Aliás, ainda não paguei a inscrição, vou fazer isso também no shopping. Engraçado que as inscrições só irão até o dia 15 de abril, sexta-feira. Aliás, engraçado (trágico) mesmo é que somente hoje o coordenador foi lá na sala falar sobre o ENEM. E olhe que só poderá se inscrever quem já tirou CPF. Para ter acesso ao número do seu CPF só em um prazo de 24h. Meio em cima da hora né? A minha emoção foi tão grande enquanto preenchia o formulário que até falei para o Pedro e para a Anna: "Que emocionante, o primeiro formulário que eu preencho com meu próprio CPF !". Alegria de criança que tá virando gente! hehehehe! Claro que ambos riram de mim. =P

Esse texto era para ter somente meia dúzias de palavras pingadas mas deu no que deu. Estou atrasada e meia! Xô ir...


Ps. Eu adoro escrever... "Engraçado" :P

Beijos!!




Quinta-feira, Abril 07, 2005
18:09




Vôlei, aqui me tens de regresso!


É bem estranho e ultimamente tenho achado até uma pontinha egoísmo o fato de estar feliz enquanto algumas pessoas próximas estão com problemas. Mas estou feliz bem, bem feliz. Pelo menos por enquanto. A partir da próxima semana vou voltar a uma das paixões da minha vidinha, que de uns tempos pra cá estava meia que esquecida como se estivesse em uma caixinha dessas de guardar coisinhas que a gente ganha e tira para olhar de vez em quando. O Vôlei!

Primeiro passo é comprar joelheiras novas. A minha eu guardo de lembrança, foram tantos treinos e tantos jogos... Ela ta até desbotada. Por que escrevi no singular? É que só sobrou uma, do par. E essa ficou triste, solitária e obsoleta. E não quero arrebentar o joelho, morro de medo disso!

Desde os sete anos eu treino e comecei por causa do meu pai. Ele tinha jogado vôlei quando adolescente e acho que tem dois pés esquerdos pro futebol, a saída foi o vôlei mesmo, hehehe. Eu jogava no colégio e na época, antes de terem a brilhante idéia de separarem os atletas em categorias (mirim, infantil, infanto-juvenil, juvenil), eu jogava junto com os "grandões".

Todos tinham uma paciência de jó! Mas eu me lembro de uma menina que eu odiava. Ela era metida, chegava atrasada sem motivo, achava que jogava demais. Um dia a gente estava montando um joguinho. Entrei na quadra e fui direto para a rede, bem no meio, posição 3. Ela veio até mim e disse para eu sair. Eu disse que ninguém ia me tirar dalí e se ela quisesse jogar, que fosse para o fundo. Na mesma hora, alguém do outro lado sacou e a bola veio direta na cabeça dela! Eu tinha avisado!!! Hehehehe.

Depois eu fui estudar em outro colégio, lá pela minha sétima série. E lá só jogava quem tinha boas notas. Até levei um puxão de orelha do técnico uma vez por causa disso, mas depois não dei mais motivos, só em quadra mesmo, hehehe. Eu jogava no time infantil, mas gostava tanto dos treinos que ficava até mais tarde para treinar com o juvenil. Umas meninas grandes, mas elas não me pareciam tão grandes quanto às dos meus primeiros treinos de vôlei. E eram fortes, atacavam com firmeza. Faziam um 5x1 como ninguém. Lá eu fui tudo, todas as posições. De levantadora à líbero. Foi muito bom.

Lembro dos campeonatos; perdi tantas vezes! hahaha! Lembro de um jogo em que vencemos um time que treinava junto havia 2 anos. E nós ha somente 3 meses! Foi muito gratificante, uma felicidade só! E nessa época eu assistia a todos os jogos de vôlei que passavam na tv. E quando a seleção brasileira ganhava eu choraaaava...hehehehe

Então, no começo do ano de 2002, o colégio foi escolhido e junto com alguns outros colégios, participamos de uma gincana do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia. Outro dia falei algo sobre o CBBVP pro meu irmão e ele disse "Mas em Brasília não tem praaaia..." UHAUHAUHAUHA! Ok, mas não tentei explicar.

E lá fomos nós, meninos e meninas do vôlei, empolgadíssimos. Na "arena", dois jogos acontecendo ao mesmo tempo, era uma tentação largar tudo e ir lá assistir, mas tínhamos que cumprir as tarefas da gincana.

Eu e o Filipe, que estava com sua máquina fotográfica, resolvemos ir em busca uns jogadores para tirar fotos e pegar autógrafos. Alguns minutos depois, estávamos eu, ele e muitos fãs do voleibol na frente de uma entradinha quase-secreta que dava para a área vip, onde os jogadores ficavam.

Conhecemos uma jogadora de Brasília que agora não me lembro o nome, acho que era Taís (sorry), e tiramos foto com ela. Se não me engano, Filipe conseguiu uma foto com a Adriana Behar.

E eu estava com um boné amarelo do circuito e uma canetinha e ele já estava LOTADO de autógrafos!!!!!! Eram tantos que já tinha autógrafo até debaixo da aba. Tinha do tande, do emanuel, da shelda da adriana behar, do roberto lopes.. tantos!!!

Resolvemos parar na arquibancada um pouco quando deram um aviso de um jogo, com a Leila. Nossa! Era a última estrela do vôlei que faltava no meu boné! Então vimos o jogo e no final, ela foi o máximo que pudia, perto da arquibancada. Eu já estava desesperada com tanta gente em cima dela! Ia ficar sem meu autógrafo! Até que o Filipe se ofereceu pra pegar pra mim. Ele subiu num ferro, na grade de proteção e esticou bem o braço. Ela o viu e ia pegar o boné para autografar! Mas na mesma hora alguém bateu no braço dele e o boné caiu! Um segurança que tentava conter as pessoas, já estava de olho no boné, e assim que ele caiu no chão, pegou e guardou dentro do casaco, como se estivesse mesmo roubando!

Senti um aperto sem tamanho no coração, comecei a gritar e dizer ao segurança que o boné era meu! Até pq ninguém tinha visto ele pegar, só eu e o Filipe! Ele simplesmente falou: "Esse boné aqui não tem dono"!!!!
Chorei, mas chorei tanto, como nunca na vida! Nem pensei que ficaria assim por causa de uma coisa dessas. Aí fui entender como é essa coisa de ter ídolos! Você os admira tanto que quando consegue ter algum contato com eles, é claro que quer guardar alguma coisa! E eu estava vendo aquela coisa ir embora! Com um segurança que não era segurança porr* nenhuma! Ao invés de fazer o serviço, ficou de olho no meu boné!

Filipe não parava de pedir desculpas, mas a culpa não era dele! As pessoas mais próximas, que estavam na arquibancada e tinham visto o que aconteceu, até se comoveram (hehehe) e um rapaz me disse pra procurar o chefe dos seguranças. Foi aí que eu lembrei, que o chefe dos seguranças, era um senhor que ficava naquela entradinha-quase-secreta da área vip, e que a gente tinha feito amizade com ele!

Fomos até lá e eu quase me afogando nas lágrimas. Contamos tudo e o senhor disse que ia procurar o segurança, só que no final das contas, ninguém achou o cara! Então, ele me deu autorização para entrar na área vip e pegar o autógrafo de quem eu quisesse! Mas não era e nem ia ser a mesma coisa, muitos jogadores já tinham ido embora. E o coordenador da gincana que entrou comigo, disse que o ônibus de volta para a escola ia sair em 15 minutos!

Qual foi a minha surpresa, quando eu estava entrando na área vip, com o meu coordenador da gincana quando vem saindo da quadra e entrando no mesmo corredor...... Ninguém menos que o Tande! O ídolo mor! :D~ Ele me viu lá toda vermelha de tanto chorar e parou pra perguntar o que tinha acontecido. A gente conversou uns 5 minutos só, e eu contei toda história pra ele. Então ele disse que não dava hoje, mas que no dia seguinte era para eu passar lá na área vip que ele ia deixar um boné pra mim! Oh foi a glória. Saí de lá muito feliz! Mas triste pq não ia ter o mesmo boné autografado as custas de muito suor e alguns machucados!

No outro dia, lá estava eu, de uniforme de jogo: blusa colada, short colado e curto e aquele meião branco, sem falar no tênis que é enorme.Morrendo de calor, num domingo ensolarado. No parque, na arena, uma hora antes para pegar meu boné. E não é que eu tinha acesso à área vip mesmo? E não é que meu boné prometido estava lá? :D~ E ainda encontrei algumas jogadoras para pegar alguns autógrafos! No final das contas estava muito feliz. Se o segurança não tivesse pegado meu boné eu nunca teria conhecido o Tande!!! :D












Adriana Behar / Emanuel Fernando
Tande / Ingrid
Shelda / Roberto Lopes



Eu tinha ficando tão inconformada com a história do boné que tinha até ficado com raiva da Leila! E o pior (ou melhor!!): alguns dias depois, meu pai estava em um barzinho com os amigos e adivinha quem ele viu lá? Leila, a própria! Fez um sinal pra ela, pedindo um autógrafo! Foi na mesa em que ela estava... resultado... Tá, ta, eu fiquei feliz sim. :D
E por gostar tanto, do esporte, dos atletas, por estar sentindo saudades, por tudo que me aconteceu por causa do vôlei e outros milhões de motivos que... Vôlei, aqui me tens de regresso!

Beijos!!




Terça-feira, Abril 05, 2005
16:48

Quase-um-projeto de Antologia poética - comentada


A Lixeira
A lixeira é importante para jogar palito, (eu diria papel primeiro.. mas palito?)
para jogar papel (ah agora sim!)
e muitas coisas.
Pode ser jogado qualquer coisa, (isso foi uma tentativa de rima?)
até pirulito que gruda (imagina se cabelo fosse lixeira HAHAHAHAH)

A lixeira é muito importante
porque se não existisse lixeira
a Terra iria ser mais poluída. (é.........até que sim...)
Não joguem papel no chão.(final surpreendente!)


A natureza
... "O mar é bonito e tem muitos peixes,
ele é azul e tem muitos tipos de peixes. (ctrl c , ctrl v?)
Os peixes podem estar nos rios
e nos lagos. (e no mar, como você mesmo disse né?)
Agora é o fim desse poema." (outro final surpreendente)


Mãe flor
Mãe, você é a flor (sim......)
que eu sempre rego com amor (sôoa familiar...)
e sempre vou te regar (ta indo nos conformes.....)
até você murchar (ohhhh não! Minha mãe fez uma caaaara quando eu li isso pra ela... x_x)

E quando você murchar, (;~~~~~~~~~~~~~~)
eu não vou deixar de te amar (pelomenosisso!)




Conclusões, especulações, revoltas, angústias... HAHAHAH... idéias ....

Esses poemas foram escritos por alunos do CECB onde eu estudava no ano de 2001. Os dois primeiros são de alunos que eram da 1ª e o terceiro de uma aluna que estava na 2ª série do Ensino Fundamental. Ok, não me odeiem só porque fiz uma brincadeirinha com os poemas! Isso foi só uma introdução...

Eu tenho um irmão de oito anos. E ajudá-lo a fazer deveres de casa tem sido uma tarefa bem irritante, eu diria. Ele diz que está com dor de cabeça, esconde o estojo, a agenda, um doce só! Ah, mas isso só com os deveres de português; matemática ele adora.
"Ah, mas tem gente que tem mais facilidade em matemática". Mas e quem tem facilidade em tudo? Qual é o segredo, a fórmula? O que faz a gente gostar de ler?

Quando o colégio estava preparando a antologia poética eu também escrevi um poema e ele foi escolhido. Eu estava querendo aumentar minha nota de português e talvez porque havia essa chance de ganhar pontos, eu gostei tanto de escrever o poema. Crianças odeiam fazer coisas obrigadas e basta um incentivo para que tudo se resolva.

Já vi vários trabalhos por aí, em que a escola faz com que o aluno tome gosto pela leitura. Desde simples idas à biblioteca em horário de aula, até passeios e realização de feiras do livro. Gostar de ler ou escrever é algo que se a gente nasce sem, tem que aprender. E convenhamos, que, na maioria das vezes, se isso não entra na cabeça dos pequenos, é bem mais difícil fazer entrar nas cabeças duras de alguns adultos ou adolescentes.

Chegando ao ponto em que cheguei (3ª série do ensino médio) deparo-me com uma professora, que até ditado faz. É bem aquela coisa de pré-escola mesmo. Numerar linhas de um a trinta, ouvir e escrever. Mas é impressionante que alguém chegue no último ano de colégio sem saber escrever "pesquiSamos", "traJe", "berinJela", "enXuto", "Humano", entre outras coisas. Essa professora também faz uma espécie de prova oral, onde você tem que ler um parágrafo do livro em estudo. Alguém já leu aí, A Bagaceira de José Américo de Almeida? Leitura um pouco difícil...

Mas hoje, tive todas as aulas com 5 minutos a menos, para realização de um projeto da orientação pedagógica, que era simultâneo, desde a 5ª até o 3º ano. A gente recebeu um texto e depois de ler, tinha que fazer um debate. Na minha sala, todo professor leva em média uns 20 minutos só para fazer a chamada, o que dirá para mandar todo mundo fazer silêncio e ler o texto. E ainda tinha que sobrar tempo pro debate! Só com milagre! Aos trancos e barrancos e tapando os ouvidos, consegui ler na íntegra! Ufa! O professor apontou alguns alunos (eles sempre chamam os mesmos todas as vezes! Não importando se fazem a zona, ou se são os mais inteligentes _) para que eles fizessem algum comentário sobre o assunto. Era sobre a bomba atômica. Nagazaki e Hiroshima. E depois ele ainda perguntou para outros alunos, o que eles acharam do colégio realizar um projeto como esse (outros textos serão lidos no decorrer da semana).

Nãoooooooooooooo! Pára tudo! É a escola outra vez tentando empurrar goela a baixo um projeto no qual não foi ouvida a opinião do corpo discente! E obviamente, um projeto que vai a pique. Motivo? Adivinha? Falta de interesse total. O que é isso?!!! Será que eles ainda acham que o futuro é assim? Certo que a instituição não pode virar uma zona, comandada pelos alunos e ser liberal demais, é preciso pulso. Mas assim, quem faz o que quer, ouve o que não quer. Várias críticas ao tal projeto. O assunto é importante. Mas não é atual. E por que os professores não fizeram isso cada qual em sua aula? Era só escolher um assunto de interesse comum e propor um debate, simples assim. Não precisava forçar. Ia ser muito mais lucrativo em termos de aprendizado, se fizéssemos os debate desse jeito e é claro, haveria mais tempo! Utópico achar que em 20 minutos, uma sala de 45 adolescentes, entre os quais somente uns 20 têm o hábito de ler, se calaria, leria o texto e discutiria civilizadamente. Não entrou na cabeça antes, não é agora que vai entrar, ainda mais desse jeito...

Beijos!




Domingo, Abril 03, 2005
16:21

Daqui a somente mais alguns dias eu estarei completando 17 anos de vida. Meigo né? hehehe! Todos dizem que depois dos 15, a vida passa voando. Minha mãe inclusive. Outro dia me peguei dizendo aos meus amigos, Anna e Pedro, ambos de 18 anos, que "daqui a pouco vocês estão na casa dos 20!". Será que a crise de idade está chegando (e alguns até dizem) tão precocemente?

Naquele mesmo dia em que falei para os meus amigos sobre "a casa dos 20", pensei que talvez eu quisesse morrer jovem. O Pedro é que sempre fala isso, mas acho que é brincadeira dele.

Não que eu tenha vontade de morrer, mas se isso fosse uma coisa natural, morrer jovem, não seria, por um lado, bom? Você não ia envelhecer, você não ia ter tantas preocupações, e se as tivesse, não seria por tanto tempo. O lado ruim dessa idéia é que não teríamos muito tempo para aproveitar as coisas boas.

Perfeito seria ter mais de uma vida, viver várias vidas e ter consciência disto. Pensamento confuso?
Seria como ter uma vida especificamente para se dedicar somente a uma coisa. Uma vida para ser feliz, uma vida para sofrer, uma vida para ajudar os outros, uma vida para salvar o mundo, uma vida para ser rico, uma vida para ser pobre. Só assim teríamos tempo suficiente para passar por tudo e entender as coisas a fundo! Uma vida é muito pouco pra fazermos tudo o que precisamos fazer, para sermos plenos, plenos de experiências.

Ah! Eu só espero não ver a vida batendo asas e muito menos dando vôos rasantes diante dos meus olhos sem fazer nada. Mas são tantas as coisas com que se preocupar, e se não der tempo de pegar uma carona nesse vôo? Pois a questão não é essa. Todos "voamos" mas não prestamos atenção na vista lá em baixo... Eu confesso ter dormido algumas vezes e não ter visto certas coisas passarem, passarem e não voltarem mais... Quero ser mais atenta.

Eu penso assim. Bom, com sua licença, agora me retiro para tentar viver a única vida que tenho e tentar resumir tudo o que eu queria fazer se tivesse outras vidas, nessa mesma. É difícil, mas se não fazemos desta tentativa nosso dever, não vivemos não é mesmo?


Bom, tenho recados.....
Para a Luciana, do blog Mundo sem noção:
Clica aqui. E deixa um e-mail seu aí nos comments!

Para meus queridos linkados do MSN Spaces:
troquei mesmo de endereço, podem ajustar nos links? XD E eu dando trabalho...


Beijos!



Muitas coisas para dizer hoje. Mas como a vida me faz cada vez mais uma pessoa precavida (hehehe) anoto tudo e os assunto ficam para outros posts, pq cá entre nós, carência de idéias para quem tem blog é o fim.. Você começa a postar resultados daqueles testes que a gente faz na internet, do tipo: "qual dos 3 patetas você é". Ou posta músicas e poemas (a não ser que seu blog seja dedicado a isso) ou então posta 2 linhas de prosa (hehe) quando não posta piada.
Ou então começa um post assim que nem esse, meio-que-psicologia-reversa: você faz do problema uma solução! Transforma a falta de texto em um texto sobre a falta de texto! Arrá! !

Mas como eu não estou em crise de falta de idéias e hoje aconteceu uma coisa, que até quem não tem nada a ver soube.
Estou escrevendo isso pq senti a necessidade. Não quero discutir religião. Se você não gostar do que vou comentar aqui, não precisa falar mal. Apenas não fale nada, ok? :)

O Papa polonês Karol Jozef Wojtyla morreu, aos 84 anos, depois de ter feito muita coisa que mudou a história da Igreja Católica.
Sem dúvidas, João Paulo II foi o papa mais popular dos últimos séculos. Foi também o único de quem me lembro. Lembro de que quando era criança e via a imagem dele na TV, sempre me sentia feliz. Pra mim ele era apenas um velhinho simpático naquela época, assim como (sem maldade nenhuma) o papai noel. Criança.. Sabia de nada...(!!).

Há um tempo atrás e ainda mais hoje, eu pude perceber uma série de coisas que me fizeram e me fazem sentir um respeito enorme pela pessoa do Papa. Não só pelo fato de ser católica, acho que independe da religião, vi pessoas de outras crenças darem depoimentos sobre o papa, dignos do católico mais fervoroso.

João Paulo II falou sobre assuntos como a reforma agrária, aborto, escravidão e holocausto. Foi polêmico de certa forma. Conservador em alguns momentos, como esperávamos que fosse. Entendeu melhor a juventude, falou direto aos jovens. Apareceu para os fiéis mesmo debilitado.

Acho que o que mais me impressionou foi a vontade dele de, de alguma forma, aproximar luteranos, ortodoxos, judeus, muçulmanos e anglicanos. O que, vamos admitir é uma tarefa sem medidas de dificuldade! O Papa também deixou muita gente de queixo caído, e até satisfeita ou aliviada por ter pedido perdão pelos exageros da Inquisição, aos índios e negros pela complacência com a escravidão.

Acredito que o ser humano precise de líderes. A hierarquia é uma coisa extremamente necessária para que a vida seja organizada. Até nas mínimas relações humanas, hierarquias são estabelecidas. No caso do pontífice, tenho somente duas coisas para dizer agora. Uma é a minha insatisfação com relação a essas reportagens que tenho visto por aí, especulações sobre quem será o novo Papa. Li também um "Lula quer papa brasileiro". Daqui a pouco vão fazer horário político e tudo.

E outra. Já que as pessoas precisam de alguém para admirar, seguir, ouvir, que bom que este não decepcionou. Pelo menos não a mim.

Beijos!




Sábado, Abril 02, 2005
00:42

Verdetopia - Lê-se Verdêtopia (isso existe ou eu inventei? huahuauha)

Verde - A cor verde é a cor da esperança, como muitos de nós acreditam. Representa persistência e obstinação. Entre as palavras que a descrevem estão: firmeza, constância, perseverança, segurança e amor próprio. Pessoas que se atraem por esta cor são, possivelmente, caprichosas, críticas, tendo opinião forte. É a cor do equilíbrio em muitos sentidos. Ela é focalizada perfeitamente na retina e ainda se encontra exatamente no meio do espectro cromático. Outro indicador é o de ser considerada o ponto ideal, o equilíbrio da mistura de azul e amarelo, cores opostas e diferentes entre si, que têm o verde em seu caminho. Nos ambientes, dá aos tetos a sensação de proteção. Nas paredes traz calma, segurança, relaxamento. Já nos pisos, passa a impressão de naturalidade.
Topia - Lugar


Deu pra entender tudo né? Eu sou viciada em verde, sempre fui com a "cara" dessa cor. Já tive quarto todo verde e acho que essas relações entre as cores e as sensações existem mesmo. Então vamos falar um pouco sobre isso..

Acho que o exemplo mais comum do efeito das cores sobre nós é o das cores vermelho e amarelo. Eu sei que depende muito do seu gosto, do seu paladar. Mas sendo mais "humano" (hehehe) você vai perceber a grande diferença entre entrar com uma fome daquelas, na Marieta e ver todos aqueles sanduíches naturais e entrar por exemplo num Giraffas ou Mc Donalds.

Os fabricantes de tintas estão descobrindo cada vez mais o potencial de seu produto, que há muito tempo deixou de ser só um "item" do acabamento de uma obra. As cores para cada ambiente podem ser escolhidas, levando em conta a sensação que causa no cliente, de forma que existem 4 grupos principais de cores: energizantes, alegres, tranqüilas e acolhedoras.

Continuando com o assunto dos ambientes, uma coisa que também pode mudar meu humor são os móveis. Não estou dizendo que eu sou fresca, que só vou gostar do que for caro, chic, não é sobre isso que estou falando. É sobre as sensações que causam, em mim, cada tipo de mobília (curioso...).

Móveis de madeira escura, me deixam um tanto quanto nostálgica. Acho que por que lembro da casa da minha avó, que mora em Recife. Ou então da fazenda.

Móveis de madeira clara, ou brancos me fazem sentir leve. A princípio achei que essa seria a sensação de todos e achei que sempre gostaria de ver mobília clara. Até que conheci alguém que decorou a casa inteira de preto e branco. E não me senti nada bem lá; é angustiante!!

Móveis de metal, aço, fazem com que eu me sinta muito bem. É tudo moderninho, essas coisas que saem muito, agora, no catálogo dessas lojas de decoração. Me sinto muito bem, gosto. Até peceber que isso deixa uma casa fria, não sei, perde o "aconchego".

Bom, terminando esse papo estranho de "decoração e sensações"...
Enquanto ainda não tenho meiu cantinho, minha casa, eu vou cuidando disso aqui. Eu até gostei de como ficou, ficou bem...... bem... Verde XD


Ah! uma coisinha que encontrei na internet: Seu nome de Fada.
Você entra, digita seu nome e sobrenome. É bobinho mas eu até gostei. Aliás, gostei da brincadeira, não do nome que eu ganhei... Ah e tem o Seu nome de vampiro e desse eu gostei! Mas... vão lá! :D

Beijos!